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terça-feira, 8 de setembro de 2015

A prática faz a diferença

"Todos os que escutam as minhas palavras e as seguem são sábios, como o homem que constrói a sua casa sobre uma rocha sólida. Pode a chuva cair em bátegas, podem vir enchentes, os ventos tempestuosos embater na casa, que ela não desabará, porque se encontra edificada sobre a rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e as despreza é insensato, como aquele que constrói a sua casa sobre a areia. Pois, quando vierem as chuvas e as enchentes, quando a ventania se abater sobre a sua casa, esta desabará inteiramente.”  
Mateus 7:24-27

Com certeza, que todos nós já tivemos a oportunidade de ver uma miragem. Ela mostra uma realidade que não existe.
Num dia quente, por exemplo, se estamos a conduzir numa estrada,  o calor faz parecer haver uma poça de água no meio da estrada.  Ao chegar perto, entretanto, a realidade mostra uma outra coisa.

É assim que Jesus encerra este Sermão, com a parábola das duas casas, ao afirmar que uma leitura superficial das pessoas ou das circunstâncias podem nos enganar, fazendo-nos ver algo que não existe. 

Na parábola , aparentemente as casas eram iguais – receberam as mesmas bênçãos, enfrentaram as mesmas adversidades. Ao fazer a aplicação da parábola, Jesus acrescenta ainda mais uma semelhança: elas ouviram a mesma Palavra. Escutaram o mesmo Evangelho. 

O que determinou a permanência de uma e a ruína da outra? 

A prática. A prática do que ouvimos faz toda a diferença!

O problema estrutural da casa na areia não era na Palavra que ouviu, na oportunidade que recebeu ou mesmo nas adversidades que teve de enfrentar. A casa na rocha esteve diante das mesmas situações. O factor determinante da queda da casa na areia,  foi porque não colocou em prática as coisas que ouvia. 

Portanto, a nossa atitude será determinante quanto à permanência no caminho como discípulos de Jesus. 

A criação aguarda com expectativa a manifestação dos filhos de Deus. A permanência firme na fé é fruto das tuas mãos, quando elas põem em prática os mandamentos do Mestre. 




terça-feira, 1 de setembro de 2015

Aparência - Reflexões sobre a parábola das duas casas II

"Todos os que escutam as minhas palavras e as seguem são sábios, como o homem que constrói a sua casa sobre uma rocha sólida. Pode a chuva cair em bátegas, podem vir enchentes, os ventos tempestuosos embater na casa, que ela não desabará, porque se encontra edificada sobre a rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e as despreza é insensato, como aquele que constrói a sua casa sobre a areia. Pois, quando vierem as chuvas e as enchentes, quando a ventania se abater sobre a sua casa, esta desabará inteiramente.”
Mateus 7:24-27


Quando Jesus fala destas duas casas, logo a  nossa mente procura construir uma imagem delas.
Seriam diferentes ou iguais? Jesus não nos dá mais detalhes – se são feitas de madeira ou outro material, se com apenas um piso ou dois, qual a cor das paredes ou o estilo do telhado. De facto, o silêncio de Jesus quanto à aparência nos leva a presumir que, aparentemente, as duas casas seriam semelhantes. 

Um olhar então desatento poderia não perceber a distinção, exactamente por que a diferença não é visível. Uma lição importante aguarda-nos aqui – Não te deixes levar pelas aparências!
O mundo é levado pela aparência.  Nunca se gastou tanto com cosméticos e afins. Hoje em dia, o que vale não é necessariamente a competência, mas a aparência. Por fora todo o mundo é igual. Tu podes estar a desmoronar por dentro, mas se colocares uma bela máscara e sorrires para todos,  ninguém vai imaginar o que se passa dentro de ti. 
Nós somos facilmente impressionáveis, mas Deus não é. Nós podemos ser influenciados pela opinião dos outros, mas a base do trono de Deus é a verdade absoluta. 

Numa manhã, aparentemente comum em Israel, o profeta Samuel estava diante dos filhos de Jessé para ali buscar o sucessor de Saul. Ao olhar os rapazes enfileirados, o pai ao lado com o peito estufado cheio de orgulho, Samuel deixou-se levar pela aparência deles. Eram jovens fortes, vívidos e dispostos. 
“Estou no lugar certo”, deve ter pensando. “Deus sabe mesmo das coisas, olhem  para estes rapazes...”. Subitamente, os seus devaneios são interrompidos pela voz inconfundível do Senhor: “Samuel!” 

- “Sim Senhor! Achei a casa de Jessé...e devo dizer, o Senhor sabe mesmo das coisas! Eles parecem-me prontos a ser o novo rei de Israel – olhe este mais velho aqui...” 
- “Não Samuel. Aprecio a tua opinião, mas não te deixes levar pelas aparências, nem pelas suas estaturas, porque eu os tenho rejeitado. O Senhor não vê como o homem vê, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. 

O que  procuras prestar mais atenção? Nas aparências ou discernir o que há por detrás delas?

"Mas o Senhor disse-lhe: “Não julgues pelo aspecto da pessoa, ou pela sua estatura. Não é esse aquele que eu escolhi. Eu não julgo da mesma forma que os homens. Estes fazem juízos de acordo com a aparência das coisas; mas eu olho para as intenções dos corações.”
1 Samuel 16:7

Do livro "Reflrexões sobre a vida Cristã" - Daniel de Luca

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Preparar o nosso fundamento

"Todos vocês já foram ao estádio e viram as corridas. Vários atletas correm, mas apenas um vence. Correr para vencer: é para isso que os bons atletas treinam duro. Eles fazem isso por uma medalha de ouro, que perde o brilho e o valor, mas vocês estão atrás da medalha que nunca envelhecerá."- 1 Coríntios 9:25
"O atleta que se recusa a jogar conforme as regras, nunca conquista um título." -  2 Timóteo 2:5


Pensa comigo num atleta de alto nível, independente da sua modalidade. Facilmente nos lembramos dos nomes de alguns campeões, medalhistas olímpicos e ícones famosos no seu desporto.
Em cada campeão percebemos o profundo nível de entrega à sua actividade, e o modo como cada um se preparou para o momento onde é coroado pelo seu empenho. Foram longos dias de treino, esforço e renúncia. 

Interessante ainda quando fazemos um certo exercício mental sobre isso: imagina o recordista dos 100 metros rasos participando de uma maratona. Feito isso, responde a ti mesmo: será que ele se sairia bem? Conseguiria chegar entre os primeiros lugares, repetindo a performance na sua especialidade desportiva? Por certo que não. O mesmo é válido caso o campeão da última maratona disputasse a prova dos 100 metros rasos. Percebes a diferença entre eles? Mesmo sendo os mais destacados na sua área, o facto é que cada modalidade exige uma preparação diferente. E é neste ponto que eu quero chegar contigo. 
Propósitos diferentes exigem preparações diferentes!

Usei anteriormente o exemplo das corridas para compor uma imagem da vida cristã.
Ser um discípulo de Jesus é equivalente a uma longa caminhada (ou uma maratona, se preferires).
Não fomos chamados para uma corrida breve de 100 metros, do tipo “pega a tua bênção e sai a correr”. Ao contrário, a vivência com Jesus deve ser intensa e experimentada no dia a dia.
Tal identificação é tão poderosa que os discípulos, ainda no início da Igreja, eram conhecidos como os “Do Caminho”. O próprio Jesus, ao falar de si mesmo, usa a expressão “Eu sou o Caminho...”. 

Portanto, vale a pena perguntar:
 “Como tem sido a minha preparação neste caminhar com Jesus?”.
Será que estamos a encarar a nossa trajectória como uma breve corrida, rápida o suficiente para alcançar a nossa resposta de oração e de seguida mudamos o curso para longe de Jesus?
Encaramos a nossa caminhada como uma estação, um tempo ao lado de Jesus de forma a obter alguma paz no meio de um conflito? Ou nos preparamos para uma jornada iniciada aqui, e que  irá continuar na eternidade? 

Medita por um pouco, e para te ajudar, reflecte comigo nesta frase:
“Jesus não é o lugar que se chega, mas o modo como se vai”. 

Como tem sido o “Caminho” que tu tens feito?

Do livro "Reflrexões sobre a vida Cristã" - Daniel de Luca

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Páscoa e Natal

Conversava outro dia com alguém sobre a Páscoa e a certa altura, a pessoa diz-me que a Páscoa não era muito representativa para ela. Que gostava mais do Natal.
Eu até percebo que para uma grande multidão de pessoas, o Natal seja mais apelativo que a Páscoa.
Olhar para um bebé numa manjedoura é tão mais doce e suave do que olhar para Cristo crucificado e ser confrontado com a dolorosa verdade: de que foi o meu e o teu pecado que O levou à Cruz!

Dizia essa pessoa que se não tivesse existido o Natal, a Páscoa também não teria acontecido.
Só que a Páscoa, já tinha acontecido sim, quando o povo judeu foi libertado há milhares de anos atrás, da escravidão do Egipto. Essa foi a primeira Páscoa!
A Páscoa simbolizava a libertação, a passagem da escravidão para a liberdade e era uma pré-figura daquilo que Cristo, a nossa Páscoa,  viria consumar anos mais tarde pela humanidade.
Jesus poderia ter "nascido" sim, mas se Ele não tivesse consumado o Seu amor por nós na cruz, vencendo o pecado, a morte e Satanás, o Natal de nada valeria!
Por isso, como cristã e discípula de Jesus, a Páscoa é a consumação total do Amor de Deus por mim!
Na Cruz, Jesus pagou o preço da dívida que eu nunca, jamais, poderia pagar! 
Na Cruz, morri com Jesus!
Mas na Ressurreição, sou nova criatura! Nasci de novo! Tenho vida em abundância!
O Natal trouxe Deus até ao homem, mas a Cruz, leva o homem até Deus!


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Pura alegria num funeral

Ontem fui a um culto de despedida de um pastor que partiu para o paraíso.
Poucas foram as vezes que estive com ele, mas em todas elas, o pastor João Rosa Oliveira causou em mim aquela boa impressão de me sentir em casa.
E todas as histórias e testemunhos que tenho lido e ouvido nestes dias, após a sua partida, só vieram confirmar isso: que foi uma pessoa que causou esse impacto em todas as pessoas que tiveram a alegria de o conhecer e conviver com ele.
É motivadora a vida de alguém assim!
Alguém que amava a Deus de modo tão extravagante, que foi visível na maneira como ele amou as pessoas. 
Alguém que não actuava como Jesus, mas sim, que era como Jesus. Faz muita diferença procurar agir como Jesus e ser como Jesus.
Era fácil ver Jesus nele.
E nem a sua já avançada idade e nem a sua doença foram impedimento para continuar a viver a vida sempre em função das pessoas e plena de alegria, estampada no seu sorriso. Nem a sua dor foi desperdiçada.
Pessoas assim são pessoas de valor.
Não de um valor segundo o padrão dos homens, mas segundo o padrão de Deus!
Nunca fui a um funeral onde se risse tanto, onde as lágrimas que deslizavam pelos rostos, eram um misto de saudade e de riso, por causa da alegria que o pastor João Rosa Oliveira deixou aqui em cada ser humano.
Que bom partir assim e deixar tão profunda marca na vida das pessoas!
Muitas vezes oro a Deus para que a minha passagem pela Terra possa ser marcada pelo amor, pela alegria, pela fé, pela dedicação às pessoas.
Percebi ontem o quanto estou ainda aquém de ser assim. 
Mas o exemplo de vida deste homem, fez-me ter ainda mais o desejo de prosseguir para esse alvo.
Até breve, amigo João Rosa. 
Louvo a Deus pela sua vida!



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Renovação da mente

Em nossa casa não se assiste a noticiários e cada vez menos, televisão nacional!
Não porque queremos estar alienados do que se passa no mundo, mas simplesmente porque a grande maioria das notícias e programas que passam nos nossos canais, são tudo, menos notícia ou informação, programas que mostram o que há de bom neste planeta, filmes que edificam, etc.
Em que contribui ser constantemente alvejada com notícias que só destroem a alma? Porquê esta necessidade de incutir o medo, o terror, a tragédia? Invadir a nossa mente logo cedo com coisas que só nos abatem, que contribuem para o aumento da agressividade das pessoas, da revolta, de trazer ao de cimo o pior que há no ser humano?
Sem falar dos shows que alimentam os voyeurs que adoram ver o que se passa na casa alheia  ... só para vomitar mesmo!
E as novelas então ... a história é sempre a mesma! Muda o nome, mas o enredo dá sempre na mesma coisa.Pouco ou nada se aproveita!
Coisas que nos algemam, que nos emburrecem, que nos manipulam ... Não, não preciso de nada disso e cada vez aprendo mais que tenho de cuidar da minha mente e daquilo que a preenche, pois só assim eu posso ser livre, e fazer escolhas por mim mesma.
Por isso escolho ler bons livros, assistir bons filmes, ouvir música e coisas que me ajudem a tornar melhor como ser humano.
E ler a Palavra de Deus, é o melhor caminho para isso: conheço-O a Ele, conheço-me a mim e encho o meu coração e mente das coisas do alto, de bons valores e da luz que me ilumina, que valerão para sempre.


Portanto, com a ajuda de Deus, quero que vocês façam o seguinte: entreguem a vossa vida cotidiana - dormir, comer, trabalhar, passear - a Deus como se fosse uma oferta. Receber o que Deus fez por vocês é o melhor que podem fazer por ele. Não se ajustem demais à  cultura deste mundo, a ponto de não poderem pensar mais. Em vez disso, concentrem a atenção em Deus. Vocês serão mudados de dentro para fora. Descubram o que ele quer de vocês e tratem de atendê-lo. Diferentemente da cultura dominante, que sempre os arrasta para baixo, ao nível da imaturidade, Deus extrai o melhor de vocês e desenvolve em vocês uma verdadeira maturidade.  
Romanos 12:1-2 versão "A Mensagem"




sexta-feira, 27 de junho de 2014

Voos altos

Foto captada por mim

Hoje resgatei uma andorinha das garras do meu felino!
Comecei a ouvir um piar muito aflito que vinha da varanda e pensei logo que seria uma andorinha.
E assim foi: ela piava e piava aflita, enquanto o gato tentava agarrá-la.
Consegui ir a tempo e apanhei-a.
Assim que sentiu que estava na minha mão, sossegou de imediato e parou de piar.
Fiz-lhe festas, sussurrei para ela se acalmar e ela deixou-se ficar, bem segura na minha mão.
Verifiquei se não estava ferida e depois de ver que estava mais calma, coloquei-a no parapeito da janela para voar de encontro aos seus progenitores, visto que ela ainda era jovem.
Abri a mão para ela sair, mas ela nem fez qualquer esboço para fugir da minha mão.
Queria continuar lá, na minha mão, segura.
Mas era hora dela voltar à vida, voar alto e quem sabe, aprender com aquela lição.

Muitas vezes sou como essa andorinha.
Sou apanhada por situações, circunstâncias, o inimigo ou pessoas que me podem prejudicar, fazer mal, sofrer, prender.
Aí clamo ao Pai do Céu, pedindo a Sua ajuda, o Seu livramento, a Sua protecção, a Sua direcção.
Então,  ao escutar-me e na hora certa, Ele estende a Sua mão, pega em mim, sussurra-me palavras de encorajamento, de disciplina, de amor, para me ajudar.
E o meu desejo é ficar assim, sempre na Sua mão poderosa, debaixo do Seu cuidado.
E fico, sei que sim!
Mas Ele também sabe que depois preciso de voltar a caminhar, pelos meus próprios pés, aprendendo a depender Dele e a confiar sempre na Sua ajuda.
Tal como libertei a andorinha para voltar a voar livremente, assim faz o meu Pai Celestial:  abre a mão, para que eu continue a voar, voos altos, pois foi para isso que Ele me libertou!

Procurem então, com firmeza, permanecer livres, beneficiando da liberdade com que Cristo nos libertou, e não se deixem prender de novo a cadeias de sujeição. 
Gálatas 5:1


quarta-feira, 18 de junho de 2014

O tempo entre-parentesis

Somos mordomos do tempo que temos. 
Deus deu a cada um de nós um "pedaço da eternidade" chamado tempo. 
Estes momentos preciosos são oportunidades distribuídas para nós, para o nosso benefício e para a glória de Deus. 
Se usarmos o tempo com sabedoria, Deus tece-os no tecido da eternidade. 
Jesus nos disse que onde estivesse o nosso coração, aí estaria o nosso tesouro e que deveríamos ajuntar tesouros no Céu e não na Terra, pois tudo na Terra desaparecerá, mas o que juntarmos no Céu, se projectará pela eternidade. 
Então, que tipo de tesouros estou eu a juntar? Que faço com o tempo que é o hoje, mas que é um pedaço de eternidade, entre parentesis, aqui na Terra?
A vida logo passará; apenas o que é feito para Cristo durará. Este deveria ser o sentimento de cada homem e mulher que deseja ser um bom administrador do seu tempo. 



"Não desperdicem tempo em trabalho inútil, que para nada serve. É caminhar na escuridão. Ao contrário, denunciem a baixeza dessas coisas. É uma vergonha passar a vida fazendo tudo escondido, com medo que alguém descubra. Deixem que toda essa escuridão repugnante enfrente a luz e descubram como serão atraentes à luz de Cristo. Acordem! Ressuscitem para a nova vida! E Cristo mostrará a luz para vocês!
Portanto, olhem por onde andam. Usem a cabeça. Aproveitem ao máximo cada oportunidade! Vivemos tempos difíceis."
Efésios 5:11-16 - Versão "A Mensagem" 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Ontem louvámos assim ...

... e foi tão bom!

Esta paz que eu sinto em minh'alma 
Não é porque tudo em mim vai bem; 
Esta paz que eu sinto em minh'alma 
É porque eu amo ao meu Senhor. 

Não olho as circunstâncias, (Não, não, não) 
Só olho o Seu amor (seu grande amor) 
Não me guio por vista, 
Alegre estou. 

Este gozo que sinto em minh'alma 
Não é porque olho ao meu redor; 
Este gozo que sinto em minh'alma 
É porque eu amo ao meu Senhor. 

Ainda que a terra não floresça, 
E a vide não dê o seu fruto; 
Ainda que os montes se lancem ao mar,
E a terra trema, hei de confiar. 

Não olho as circunstâncias, (Não, não, não) 
Só olho o Seu amor (seu grande amor) 
Não me guio por vista
Alegre estou.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A quem pouco é perdoado, pouco ama


Um dos fariseus pediu a Jesus que fosse almoçar a sua casa e ele aceitou o convite. 
Quando se sentaram para comer, uma mulher de má vida soube que Jesus se encontrava ali, pelo que trouxe um vaso de alabastro de muito valor cheio de um perfume caro, ajoelhou-se atrás dele, aos seus pés, e tanto chorou que os pés de Jesus ficaram molhados de lágrimas; porém, enxugava-os com os cabelos e, beijando-os, deitava perfume sobre eles. 
Quando o dono da casa, que convidara Jesus, viu o que se passava, e o género de mulher de que se tratava, disse consigo próprio: Aqui está a prova de que Jesus não é um homem de Deus; porque se Deus o tivesse realmente enviado, logo conheceria que espécie de mulher é esta.  
Então Jesus respondeu aos pensamentos daquele homem e observou-lhe: Simão, queria dizer-te uma coisa.
Diz, Mestre. 
E Jesus contou-lhe o seguinte: 
Certo homem emprestou dinheiro a duas pessoas, quinhentas moedas a uma e cinquenta a outra. Como, porém, nenhuma delas lhe pudesse pagar, ele, que era generoso, perdoou a ambas, cancelando as suas dívidas. Qual destas pessoas achas tu que lhe ficou mais agradecida, depois disto?  
Acho que terá sido quem mais lhe devia! 
Tens razão, concordou Jesus. 

E, indicando a mulher, disse a Simão: 
- Olha para esta mulher aqui de joelhos! Quando entrei na tua casa, não te preocupaste em trazer-me água para que lavasse a poeira dos pés, mas ela lavou-os com lágrimas e enxugou-os com os cabelos! Não me deste o beijo de saudação, mas desde que aqui entrei ela não deixou de me beijar os pés. Não tiveste a delicadeza de trazer azeite para me ungir a cabeça, mas ela cobriu-me os pés com perfume raro. Os pecados dela, que são muitos, foram-lhe perdoados; daí toda a sua gratidão e amor para comigo. Mas aquele a quem pouco é perdoado pouco amor mostra. 
E disse à mulher: Os teus pecados estão perdoados.
Lucas 7: 36-48


Ler a Palavra de Deus é tudo, menos monótono, pois ela é viva!
Passagens que lemos em determinada altura, podem não nos falar naquele momento, mas num outro tempo, ela salta de tal modo da página, que é como um sopro forte de vento no nosso rosto.
Foi assim um dia com esta passagem, já há alguns anos atrás.
Já tinha lido esta passagem várias vezes. Mas certo dia, ela saltou diante de mim, de tal modo, que quando a terminei de ler, só chorava e chorava e chorava!
Ainda choro quando a leio ...
Naquele dia foi quando percebi a dimensão do meu pecado e do que Jesus pagou por mim. Era um preço que eu não conseguia pagar!
Naquele dia caí aos pés de Jesus e transbordei de alegria e gratidão!
O choro era uma mistura de dor e êxtase!
Um choro de libertação.
Não tinha óleo, mas derramei toda a minha gratidão aos pés de Jesus!

Somos como aquele homem, Simão.
Achamos que levamos uma vida íntegra. 
Até somos boas pessoas, de boa moral. 
Ajudamos os outros, somos incapazes de matar, de cometer adultério, de enganar, etc.
Jesus? Sim, é um homem que marcou, sem dúvida alguma, a História do planeta. 
E até simpatizamos com os Seus ensinos, até O admiramos.
Alguns até poderão ir um pouco mais adiante e até crer Nele. 
Fazem bem ... os demónios também crêem que Jesus é quem diz ser! 
E ficamos por aí.
Sem entrega, sem compromisso, sem vida.
Sem cruz!

No entanto, que fazemos hoje com Jesus? De que maneira O recebemos?
Como O seguimos?
Como Simão? Ou como a mulher pecadora?

É por isso que eu gosto desta passagem em Lucas.
Jesus, que conhece cada pensamento nosso, contou a história a Simão, pois sabia o que ele estava a pensar.
E Simão enterrou-se com a sua própria resposta.
Quanto maior a dívida, maior o amor por quem nos pagou ou perdoou a dívida - é a lição que Jesus dá!

Devemos pouco? Não somos assim tão pecadores! Até sou justo!
Então, pouco amas Aquele que pagou um alto preço pelo teu pecado!
Só quanto tomares consciência de que tens uma dívida de tal modo grande, que te é impossível pagar, é que perceberás a tua própria condição perante Deus.
E então sim, amarás muito!
Tanto,  que adorarás em extravagância! Em choro! Em riso! Em intensidade!


"Os pecados dela, que são muitos, foram-lhe perdoados; 
daí toda a sua gratidão e amor para comigo. 
Mas aquele a quem pouco é perdoado,  pouco amor mostra." 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Estou em obras!

Vinha no trânsito, quase a chegar à escola da minha filha.
Então passamos por um edifício que está bastante degradado e com ar abandonado, com uma placa para vender.

A minha filha então exclamou: 
- Que prédio tão feio! Quem é que vai comprar um edifício assim, naquele estado?
Ao que lhe respondi:
- Já te esqueceste como estava o edifício onde hoje é a tua escola? Lembras-te como era feio, sem nenhuma beleza? E já viste agora, como ele ficou, depois de restaurado?
- Sim é verdade ... -  responde ela.

Então, aproveitei e continuei:
- Repara uma coisa interessante: nós, pessoas, somos assim, por dentro, como aquele edifício velho, sem nenhuma beleza, caindo em pedaços.
Mas Deus olhou para nós e desejou mudar as coisas.
Então, através da nossa fé em Jesus, Seu filho, Deus faz tudo novo em nós.
Estamos em processo de restauração! Ainda não vemos como vamos ficar quando Ele completar a obra que começou, mas Deus já sabe.

Ele é como um arquitecto, que tem os projectos finais daquele edifício velho e sabe como irá ficar depois de concluído. E então passa a ter um valor muito maior!
Nós também estamos nessa condição.
Somos valiosos aos olhos de Deus porque Ele já sabe como seremos um dia!
Não é tão bom?

E é assim que eu gosto de ensinar a minha filha e passar-lhe estes pequenos tesouros, riquezas do Alto que nunca serão contaminadas pela ferrugem, mas que durarão pela eternidade!


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Raised to Life


Raised To Life Baptisms from Elevation Church on Vimeo.

Assisti este vídeo que me tocou particularmente.
Presenciar vidas que nasceram de novo, que deixaram a escuridão para entrarem no reino da Luz e do Amor de Deus e darem esse testemunho de fé, identificando-se com Cristo na sua morte e ressurreição através do baptismo, é sem dúvida, o que mais gosto de assistir na minha caminhada como discípula de Jesus!
Maravilhoso ver a alegria espelhada no rosto de cada uma destas pessoas!
Partilho aqui!


Pedro respondeu: “Arrependam-se, e cada um de vocês seja baptizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar”.
Com muitas outras palavras os advertia e insistia com eles: “Salvem-se desta geração corrompida!”  Os que aceitaram a mensagem foram baptizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas.

Actos 2:37-41

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cacos colados

"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos."  
2 Coríntios 4:7



Hoje Deus trouxe-me mais uma vez, a esta passagem. E sei que não foi por acaso. Tenho-Lhe falado que me sinto como um vaso frágil, que se quebra com facilidade e que está todo colado. 
No entanto, Deus mostra-me que é Ele quem tem feito o trabalho de colar todos os cacos partidos. 

O Seu desejo é esse: que através das minhas fraquezas, limites e erros que me levam a cair e a partir, eu possa a cada dia aprender a depender mais Dele e a perceber que o poder é Dele e não, meu. 
Eu caio e parto-me ... mas ao colocar-me nas Suas mãos poderosas, Ele cola cada pedacinho meu, até ao dia em que me irá restaurar por completo e em tudo, Ele revelar o Seu imenso poder e glória que se há-de manifestar. 
Fico sempre constrangida com isso, na verdade. 
Como é que um Deus poderoso, usa um vaso frágil e colado como eu? Como pode ser? 

Então Deus mostra-me como em toda a história da Biblía, encontro homens e mulheres, que tal como eu, também falharam, caíram, erraram, mas Deus não desistiu deles e usou-os ainda assim, pois a obra e o poder eram Dele!
Então não há marca nenhuma neste vaso partido, que me possa deixar envergonhada perante Ele, pois são marcas de que foi Deus mesmo quem as colou, pois também foi Ele que me moldou e o Seu desejo é que eu contenha tesouros imensos dentro! 
Riquezas eternas e que nada e nem ninguém podem roubar! 
Conserta pois, meu Pai, este vaso que está nas Tuas mãos!



terça-feira, 5 de novembro de 2013

O oxigénio da alma


"Em palavras simples, a oração tem um lugar vital na vida do cristão. Alguém pode orar e não ser um cristão, mas alguém não pode ser um cristão e não orar.
Romanos 8:15 nos diz que a adoração espiritual que nos torna filhos de Deus, leva-nos a clamar em expressões verbais: "Aba! Pai!". 
A oração é para o cristão o que a respiração é para a vida, mas nenhum outro dever cristão é tão negligenciado."

Se quiserem ler o livro on line ou fazer o download, podem clicar aqui:


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Depois das trevas ...

... a luz!
31 de Outubro de 1517    
Dia da Reforma Protestante:



"É melhor ser dividido pela verdade, do que ser unido pelo erro!"
Martinho Lutero


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Amar é obedecer



Amar Jesus é obedecer-Lhe.
O passo que nos identifica com o Mestre na Sua morte e ressurreição é o baptismo por imersão.
Quando mergulhamos, morremos para o nosso velho "Eu" e identificamo-nos com Cristo na morte.
Ao submergir, testemunhamos que somos uma nova criatura, as coisas velhas já passaram , eis que tudo se faz novo! 
Identificamo-nos com Cristo na Sua ressurreição!
Crer nisto e testemunhar o brilho e a alegria no rosto de quem obedece e testemunha publicamente, é sempre algo que me toca profundamente!
E foi tão bom recordar o meu próprio baptismo, com este hino maravilhoso:

Oh ! Que belos hinos cantam lá no céus!
Pois do mundo o filho mau voltou!
Vede no caminho o bom Pai abraçar,
Esse filho que Ele tanto amou.


Glória, glória os anjos cantam lá,!
Glória, glória as harpas tocam já!
É o santo coro dando glória a Deus,
Por mais um remido entrar nos céus.


Oh! Que belos hinos cantam lá nos céus,
É que já se reconciliou, 
A alma revoltosa que submissa a Deus,
Convertida o mundo abandonou!


Glória, glória os anjos cantam lá,!
Glória, glória as harpas tocam já!
É o santo coro dando glória a Deus,
Por mais um remido entrar nos céus.


Ó arrependidos, hoje festejai,
Como os anjos fazem com fervor! 
Ide, pressurosos, vós e anunciai, 
Que se resgatou um pecador!


Glória, glória os anjos cantam lá,!
Glória, glória as harpas tocam já!
É o santo coro dando glória a Deus,
Por mais um remido entrar nos céus.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O que o Céu não é

Nas últimas semanas tenho estado a ler e a meditar no livro de Apocalipse.
Tem sido muito bom esmiuçar este livro tão cheio de alegorias e imagens sobre coisas que já sucederam, outras que estão a suceder e ainda outras que irão acontecer.
É como uma mina, onde escavamos e tiramos sempre algo de novo, uma pedra ou um metal preciosos para a nossa alma.
Uma das coisas que observei, é que as descrições sobre o Céu, são na sua maioria, negativas.
E eu entendo a razão.
Não existem palavras que possam definir o que o Céu é.
Jesus mesmo pouco falou sobre o Céu. Ele falou mais sobre o inferno.
Descrever o Céu, para a limitação da mente humana, é algo quase impossível.
Paulo fala que viu coisas no terceiro céu que são indescritíveis, que não são lícitas ao homem. Creio que não por serem proibidas, mas porque não há como descrever o que ele viu.
O próprio Apocalipse, escrito por João, usa de imagens muitas vezes, algo absurdas.
Então, eu creio que o livro de Apocalipse, ao usar as imagens negativas, ajuda-nos a entender melhor o que o Céu é.
Quando nos diz que no Céu não há choro, lágrimas, dor, cansaço, sede, não nos cansaremos e o melhor de tudo, não há morte - é porque são coisas que nós, aqui na Terra, experimentamos bem e as conhecemos nos seus efeitos. Uns mais que que outros, mas todos nós sabemos o que são estas coisas e como nos fazem sofrer.
Então, saber que no Céu não existirão nenhuma delas, é como uma brisa fresca em dias quentes ou uma manta quente em dias frios.
Podemos não saber como o Céu é. Mas a Bíblia diz-nos como ele não é!
E sei de algo que o Céu é e que eu anseio de toda a alma e coração: ver o meu amado Jesus face a face!
Que alegria imensa experimento neste momento só em antever tudo isso!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Numa corrida para a eternidade

Ainda a propósito de estar tão partida, por causa da minha aventura na hidro-ginástica.
Pode parecer clichê, eu pegar nisto, e fazer um paralelismo ou analogia, mas é assim que eu vivo a vida, pois para mim, tudo é espiritual.
Não existem coisas seculares e coisas espirituais, pois tudo é feito por Ele, para Ele e d'Ele.
Então, a vida acaba por me ajudar a reflectir nestes pequenos detalhes, pois em tudo eu vejo Deus.

Costumo brincar com o meu marido, aos Domingos, quando eu e a filha saímos para ir ao nosso culto Dominical para adorar a Deus em comunhão com outros irmãos na fé.
Nós duas saímos para a Igreja e o meu marido, aproveita para fazer um passeio de bicicleta.
Aí digo: nós vamos cuidar do espírito e tu, do corpo!
É uma brincadeira, mas não deixa de fazer sentido.

O apóstolo Paulo compara a vida cristã à de um atleta, que se quiser obter um bom desempenho e ficar entre os primeiros, tem de se treinar e treinar com intensidade.

Numa corrida, são vários os que correm, mas um só ganha o prémio. Que cada um de vocês corra como se fosse aquele que vai ganhar. Os atletas renunciam a tudo para afinal vir a ganhar um prémio corruptível , mas nós fazemo-lo por um prémio divino que nunca mais perderá o seu valor. 
1 Coríntios 9:23-25


Se cuidar do nosso corpo e da sua saúde é importante, tão importante ou mais ainda, é cuidar da saúde espiritual.
E se descuidarmos, e não formos constantemente  à presença de Deus diariamente, com facilidade a nossa "musculatura espiritual" entra em colapso.
Por isso, cuidar do corpo é bom, até porque ele é o templo de Deus e assim o devemos fazer.
Mas não descuremos do nosso espírito, porque a eternidade é muito longa para ser vivida longe Daquele que nos criou para Si!


O exercício físico tem algum valor, mas o desenvolvimento da vida espiritual é útil em toda a maneira, nesta vida e também na vida futura. 
Esta é uma palavra digna de confiança, que merece ser aceite por toda a gente. 
1 Timóteo 4:7-9

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ser cristão é ser estranho

Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos. 
Ele sente um amor supremo por Alguém que ele nunca viu.
Conversa familiarmente todos os dias com Alguém que não pode ver.
Espera ir para o céu pelos méritos de outro.
Esvazia-se para que possa estar cheio.
Admite estar errado para que possa ser declarado certo.
Desce para que possa ir para o alto.
É mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. 
Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter.
Vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento!

A.W.Tozer

sexta-feira, 15 de março de 2013

Koinonia



Há dias em que acordo e sinto-me frágil.
Nem tenho razão ou motivos aparentes para me sentir assim, até pelo contrário.
Mas algo aperta o meu peito, deixando-me com uma sensação de angustia, como se algo de ruim fosse suceder.
Depois vem uma enxurrada de pensamentos e coisas à cabeça, acumulando ainda mais esse peso.
E percebo como é bom encontrar a força, a direcção e a luz na Palavra de Deus, nas Suas promessas.
Deus é fiel e é voltando-me para Ele  que esse peso pode ser aliviado em mim.

Entendo também como frequentar uma comunidade cristã me ajuda.
Quando nos juntamos, vamos com um propósito: Adorar Cristo, que consegue unir pessoas de todas as classes sociais,  línguas, idades e  temperamentos diferentes.
Vamos para nos doar a Ele e uns aos outros.
Nas nossas diferenças e imperfeições, somos um só com Ele.
Ouvimos aquela oração feita por outro e que vai ao encontro do nosso coração.
Ou aquele cântico que expressa o nosso sentir.
Damos uma palavra de conforto a quem precisa.
Rimo-nos ou comovemos-nos com as crianças ou um testemunho de alguém.
A nossa fé é fortalecida e conhecemos um pouco mais sobre nós e Deus.
Há sempre algo que recebemos e damos, num encontro com os nossos irmãos, em comunhão.
Não é possível crescer em fé e conhecimento sobre Deus, sem a koinonia.
É assim que, ao amar o outro, amamos a Deus.
E isso faz bem à nossa alma. 

Aproveito para partilhar um pequeno vídeo, elaborado por irmãos queridos da  Segunda Igreja Baptista de Lisboa, na Lapa.
Como diz o pastor Tiago Cavaco:
- Venham à Igreja sem medos! Até porque quem não está convencido, de pouco serve a ela.

Nota:

Koinonia -  Palavra grega que  significa “um relacionamento íntimo e estreito que as pessoas aceitam entre si”.
Koinonia é uma “associação com uma pessoa, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência; relacionamento que envolve propósitos e actividades comuns; parceria”.
Koinonia - Comunhão 
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