... tudo isto e muito mais!
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quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Uns dias no Alentejo ...
... e é impossível as baterias da alma não virem recarregadas ...
... e uns kilinhos a mais no corpo!
Celebrar a Vida!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Bons aromas do Alentejo
| Alentejo - Foto captada com a aplicação Instagram |
Este ano não celebrei a Ressurreição de Jesus com a minha família cristã.
Senti pena, pois gosto muito de me levantar cedo e juntos, irmos cantar próximo ao rio, quase ao nascer do Sol, cânticos de louvor e alegria.
Mas este ano fui ao Alentejo. A minha mãe celebrou o seu aniversário no dia de Páscoa e aproveitamos esses 3 dias, para mudar de ares e recarregar baterias.
E sei que no meu coração, celebrei com todo o esplendor e alegria, a Ressurreição de Cristo.
Quando estou longe do burburinho da cidade, é mais fácil entrar em modo contemplativo e creio que isso me aproxima até mais de Deus.
Ele fala e eu procuro escutar.
E como Ele se revela na Sua criação, a Primavera no campo é um local maravilhoso para observar todo o despertar e esplendor da Vida que ressurgiu há dois mil anos atrás.
Uma das coisas que gosto muito de fazer quando vou ao Alentejo, é caminhar no campo.
Provoca-me um prazer imenso, à medida que caminho sobre as várias ervas, sentir o aroma que elas exalam, quando são pisadas ou quando esmago algumas por entre os meus dedos.
Sinto o aroma dos poejos, da hortelã, da camomila, da erva cidreira, do alecrim, da alfazema.
Fico inebriada com a mistura de todos aqueles deliciosos aromas que invadem os meus sentidos.
Percebo então que todos esses aromas são libertados apenas quando são esmagados.
Posso senti-los no ar, mas esmagados, são bem mais intensos.
Vem então à minha memória um versículo :
E para Deus sobe, das nossas vidas, o saudável perfume da presença de Cristo em nós, e que é notado por todos, tanto pelos salvos como pelos inconvertidos.
2 Coríntios 2:15
Certas situações na vida parecem que nos esmagam. Que nos moem ao ponto de ser difícil de suportar.
Mas podemos, através delas, aprender a exalar um bom aroma.
Deus permite que determinadas coisas nos sucedam, para que exalemos um perfume mais intenso e sentido pelos que nos rodeiam.
Ao receber a força e o consolo de Deus, estaremos também a ser preparados para consolar e confortar outros que sofrem. A sermos mais sensíveis e graciosos para com o nosso semelhante.
Como filhos de Deus, as circunstâncias poderão despoletar um bom perfume.
Agradável a Deus e a quem nos rodeia.
Tal como as ervas esmagadas, assim posso também libertar o melhor aroma em mim, ao invés de me tornar amargurada ou endurecida.
Não quero ser como o caminho de pedras, que ao ser pisado nada liberta.
Quero libertar um aroma doce, agradável e intenso.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
E quem disse ...
... que no Alentejo não há cor?
Estas são flores que despontaram no pequeno jardim da casa da minha mãe.
Foi assim que recebemos o Verão no último fim de semana.
Welcome!
Estas são flores que despontaram no pequeno jardim da casa da minha mãe.
Foi assim que recebemos o Verão no último fim de semana.
Welcome!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Uma gata panhonha
Ontem, uma das gatas da minha mãe entrou em trabalho de parto.
A minha mãe só se apercebeu, quando viu a gata passar por ela com um gatinho pendurado na zona da vagina, tal era a descontracção da bicha.
De imediato, a minha mãe pegou na gata e procurou ajudar o gatinho a nascer.
Só que ele já estava morto.
De seguida, a minha mãe ajuda o seguinte a nascer, que estava mais para lá do que para cá.
Então, ela pega na gata, nos gatinhos e segue para a veterinária.
A médica observa a gata e diz que ela não está a fazer as contracções, como é normal.
Então começam os procedimentos para ver se ela entra em trabalho de parto.
Neste processo todo, os veterinários ficam espantados com a calma e tranquilidade da bicha, ao ponto de acharem que a minha mãe lhe tinha dado algum calmante.
A minha mãe diz que não, que a gata é mesmo assim.
- Olhe doutora, esta gata é mesmo assim: para ela é tudo "cagari cagaró" - uma expressão engraçada que a minha mãe usa, para definir pessoas que não se importam com nada ou muito "panhonhas".
Enfim, no meio desta aventura, a minha mãe lá traz dois gatinhos sobreviventes, um amarelo e um às riscas.
Como a mãe deles não quer saber dos filhos, vão ser criados e alimentados pela minha mãe, com um biberão e leite de substituição próprio para gatinhos e cachorros.
Aventuras do meu Alentejo!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Entre Sexta Feira Santa ...
... e o Domingo de Páscoa, o tempo no Sábado esteve assim!
"O temor tranca as portas da vida. O Cristo ressurecto dá-nos a coragem de abri-las"
Lloyd John Ogilvie
Domingo de Páscoa ...
"O temor tranca as portas da vida. O Cristo ressurecto dá-nos a coragem de abri-las"
Lloyd John Ogilvie
Domingo de Páscoa ...
... foi assim!!
A morte não é um crescendo final. É a última nota da abertura da ópera da vida que será apresentada no Céu!
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Paz e Quietude
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Alentejanices
O meu amigo e pastor da Igreja onde congrego, mora há alguns largos anos no Alentejo.
Um dia destes, em conversa com ele, apresentava-lhe alguns dos termos do meu Alentejo, para saber se ele conheceria alguns.
Um dia destes, em conversa com ele, apresentava-lhe alguns dos termos do meu Alentejo, para saber se ele conheceria alguns.
(Quem tiver curiosidade, pode ler aqui algo que escrevi sobre isso.)
E uma das expressões que é frequentemente usada na minha terra, em especial pelos mais "antigos", é fezes.
Ora bem, fezes significa: problemas, chatices no meu bom alentejano.
Depois de rirmos a bom rir com algumas delas, imaginei o que seria o pregador iniciar a sua mensagem com algo do tipo:
- Esta semana que passou foi cheia de fezes!
Não é preciso ter muita imaginação, para visualizar as expressões faciais ou até pensamentos da congregação depois disso.
Mas que teria muita graça ... teria!
Afinal, não é na Igreja onde a Graça se deve manifestar? :))
E uma das expressões que é frequentemente usada na minha terra, em especial pelos mais "antigos", é fezes.
Ora bem, fezes significa: problemas, chatices no meu bom alentejano.
Depois de rirmos a bom rir com algumas delas, imaginei o que seria o pregador iniciar a sua mensagem com algo do tipo:
- Esta semana que passou foi cheia de fezes!
Não é preciso ter muita imaginação, para visualizar as expressões faciais ou até pensamentos da congregação depois disso.
Mas que teria muita graça ... teria!
Afinal, não é na Igreja onde a Graça se deve manifestar? :))
terça-feira, 16 de setembro de 2008
E as férias foram ...
... Alentejo, família e bicharada!!
Reparem nos gatinhos que "nasceram" no canteiro ... eheheheheh!
Férias que deixam saudades.
:))
Reparem nos gatinhos que "nasceram" no canteiro ... eheheheheh!
Férias que deixam saudades.
:))
terça-feira, 29 de julho de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Sempre ...
... que vou ao Alentejo, apesar do tempo preenchido, regresso com a sensação de me ter sabido a pouco.
Matei as saudades, mas regresso com novas saudades na bagagem.
Matei as saudades, mas regresso com novas saudades na bagagem.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Sinto saudades

do meu Alentejo.
Das planícies a perder de vista, com os campos salpicados de lilás, amarelo e branco no meio do verde; ou então, do tom dourado aquecido pelo sol do Verão.
De escutar pela manhã, o som dos rebanhos, com o balido das ovelhas e os sinos que soam ao seu movimento.
Do pôr do sol que embeleza os céus e os campos de uma maneira indescritível.
Dos aromas. Dos sabores. Do colorido.
Das casas da aldeia muito branquinhas, todas caiadas, sobressaindo o azul debruado nas portadas das janelas e portas.
Das pessoas, de encontros, da simplicidade.
Saudades!
Das planícies a perder de vista, com os campos salpicados de lilás, amarelo e branco no meio do verde; ou então, do tom dourado aquecido pelo sol do Verão.
De escutar pela manhã, o som dos rebanhos, com o balido das ovelhas e os sinos que soam ao seu movimento.
Do pôr do sol que embeleza os céus e os campos de uma maneira indescritível.
Dos aromas. Dos sabores. Do colorido.
Das casas da aldeia muito branquinhas, todas caiadas, sobressaindo o azul debruado nas portadas das janelas e portas.
Das pessoas, de encontros, da simplicidade.
Saudades!
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