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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O filtro da nossa mente

Nós temos a liberdade de escolher o que terá acesso à nossa mente. Não precisamos de viver em confusão ou opressão mental.

Mas muitas vezes, não nos damos conta de que abrimos a nossa mente para pensamentos, palavras, imagens, músicas e filmes que não só nos fazem mal, como não estão de acordo com o melhor que Deus deseja para nós. O resultado? Ficamos confusos, desanimamos, abatidos, propensos à depressão, à irritação e por aí fora. E depois não sabemos o motivo! Somos bombardeados diariamente por tantas e diversas mensagens, de diversas formas. O que estamos a reter?

Deus mostra como filtrar isso. Através da Sua Palavra e da presença do Seu Espírito em nós, temos o escape.

Em Romanos 12, encontramos como: numa renovação da nossa mente! Ela precisa dia após dia ser renovada, filtrada, refrescada pelo poder de Deus, através da oração e da Palavra. Somente assim é possível ter este equilíbrio e não nos deixarmos arrastar para baixo! 

A escolha é tua: olhar para cima e ver e experimentar como Deus é bom, ou continuar a confiar nas coisas que te trazem confusão.


                        

"Portanto, com a ajuda de Deus, quero que vocês façam o seguinte: entreguem a vossa vida cotidiana - dormir, comer, trabalhar, passear - a Deus como se fosse uma oferta. Receber o que Deus fez por vocês é o melhor que podem fazer por ele. Não se ajustem demai à vossa cultura, a ponto de não poderem pensar mais. Em vez disso, concentrem a vossa atenção em Deus. Vocês serão mudados de dentro para fora. Descubram o que ele quer de vocês e tratem de atendê-lo. Diferentemente da cultura dominante, que sempre os arrasta para baixo, ao nível da imaturidade, Deus extrai o melhor de vocês e desenvolve em vocês uma verdadeira maturidade." 
Romanos 12:1-8 Paráfrase "A Mensagem".

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Diferentes mas importantes

O bisonte foi criado de tal modo que a sua inclinação natural é olhar para baixo; o desenho do seu pescoço torna difícil que ele olhe para cima.
Em contraste, as girafas foram projectadas de um modo que lhes permite olhar para cima; a forma dos seus pescoços torna difícil que olhem para baixo.
Duas criaturas criadas pelo mesmo Deus mas tendo partes do corpo com diferentes propósitos. As girafas comem folhas dos ramos das árvores. Os bisontes comem erva dos campos. Deus provê alimento para ambos e nenhum tem de ser como o outro para se alimentar.
Quando observamos o mundo à nossa volta, somos lembrados que Deus nos criou únicos, com um propósito. A tendência natural de alguns é observar e ver o "quadro grande," enquanto outros se concentram nos detalhes. Ambos são importantes. Um não é mais importante do que o outro.
Deus deu-nos talentos individuais e dons espirituais de forma a podermos trabalhar em conjunto como um corpo.
O ser humano é a jóia da coroa da criação. Nós emitimos um brilho maior, não quando vemos a nossa semelhança reflectida nos outros mas, quando cada um de nós realiza as funções únicas com que Deus nos desenhou. "De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada ... servi ao Senhor" (Rom 12:6). - Julie Ackerman Link

Retirado do Devocional Nosso Pão Diário

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Valor

Numa cerimónia de abertura de uma classe de diplomados na Universidade de Miami, o colunista George Will expôs algumas estatísticas que ajudam a diminuir o nosso sentido de auto-importância e presunção.
Ele realçou que "o sol à volta do qual a Terra gira é uma de, provavelmente, 400 biliões de estrelas na Via Láctea, que por sua vez é uma galáxia insignificante."
Ele acrescentou: "Existem no universo talvez 40 biliões de galáxias ainda por descobrir. Se todas as estrelas do universo fossem só do tamanho da cabeça de um alfinete, mesmo assim elas encheriam um estádio de 30.000 pessoas, mais de 3 biliões de vezes."
Existe um lado positivo em todos estes dados esmagadores. O Deus que criou e sustenta o nosso cosmos de estrelas, na sua vastidão incompreensível, ama-nos.
E Ele não ama apenas a raça humana como entidade de biliões multiplicados.
Ele ama-nos individualmente.
O que Paulo exclama como sendo verdade sobre ele mesmo é verdade sobre cada um de nós em toda a nossa insignificância: Cristo "me amou e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2:20).
Somos astronomicamente insignificantes.
Mas somos objecto do cuidado de Deus. Apesar de não termos qualquer razão para nos orgulharmos, temos infinitas razões para agradecermos de forma inexpressiva ao Senhor cujo amor pessoalmente por nós está revelado na cruz do Calvário.

Meditação retirada do "Nosso Pão Diário"


NÃO TEMOS NADA DE QUE NOS GLORIARMOS A NÃO SER NO
FACTO DE SERMOS AMADOS TERNAMENTE POR DEUS.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Fiel


O hino que coloquei esta semana no blogue - Tu és fiel - João Alexandre - tem muito significado para mim.
Ele foi como um bálsamo há cerca de dois meses, quando da minha cirurgia.
Escutava-a vezes sem fim, pois eu experimentava naquela hora a fidelidade de Deus sobre mim.
A paz, a serenidade, a presença de Deus ... tudo isso não o poderia ter sentido, se não tivesse atravessado essa circunstância.
É verdade que preferimos não passar por determinadas situações nas nossas vidas.
Mas eu penso isto: se não passar por elas, como poderei experimentar o poder de Deus? Como ver o Seu livramento? Como ver as Suas preciosas promessas serem cumpridas?
Por isso, eu gosto de recordar o meu passado com Deus: olhar para trás, ajuda-me a encarar o meu futuro. Ajuda-me a ver a mão fiel de Deus em cada momento da minha vida.
Se é importante olhar para o futuro e confiar em Deus, não menos importante é olhar para o passado. Ter um passado com Deus é fundamental para os alicerces do futuro.
Por isso, sempre que atravesso um momento menos fácil na vida, gosto de trazer à minha memória o que Deus já fez, pois sei que Ele continuará fiel hoje, amanhã e sempre.

Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos.

Salmos 119:71

domingo, 18 de março de 2007

Obra ou obreiro?

Creio que Deus está mais interessado no obreiro, do que na obra, pois mais vale um campo vazio com Cristo, do que uma colheita abundante sem ele.
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