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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Novos Céus e Nova Terra


Imagens da Aplicação Bible For Kids da Youversion

Na classe da Escola Dominical, falamos da visão que Jesus deu a João, sobre os novos Céus e a nova Terra.
Pergunta das crianças:
- Isso vai ser mesmo assim: não choramos mais, não se morre mais, nunca mais?
- Claro! Deus não mente e se Ele diz que vai fazer tudo novo, é porque vai!
- Uau! Que fixe!!!

Sem dúvida que o Reino dos Céus é para aqueles que têm o coração como o das crianças. 
Elas são a prova de que Deus plantou o desejo de eternidade dentro do coração do ser humano e que só saciamos esse desejo, na Sua presença - para sempre!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Deus nos pequenos detalhes do dia a dia

Segunda feira, depois da escola, a minha filha aparece com um ar muito triste e chateado.
Não sabia onde tinha o telemóvel dela, pois tinham sido as amiguinhas dela, que lhe arrumaram as coisas da escola na mochila e ela  não tinha o telemóvel com ela.
Chegou a casa e procurou outra vez na pasta para ver se estaria por lá, mas não encontrou.
A angústia começou a apoderar-se dela, ao constatar que iria ficar sem o telefone.
Mais ainda,  estava receosa pela reacção do pai e por saber que não teria outro, pois ela tem noção de que o pai trabalha bastante para lhe poder proporcionar coisas que ela gosta.
Abraçou-se a mim, chorando compulsivamente.
Eu abracei-a forte e disse-lhe:
- Vamos orar a Deus Pai? Vamos colocar este assunto nas mãos Dele, que verás que tudo se resolverá.
Abraçada a ela, orei a Deus.

Depois de orar, mantivemo-nos abraçadas um tempo até ela ficar mais calma.
Depois, enxugou as lágrimas, fungou o nariz e foi para o quarto para fazer os trabalhos da escola.
Não tinha passado ainda um minuto, aparece ao pé de mim:
- Mãe, não te acontece às vezes, quando oras a Deus, ficares mais aliviada? Como se um peso saísse de cima de ti? Foi o que me aconteceu agora. Continuo triste por ter perdido o telefone, mas já não tenho aquele peso no coração.
Ao que lhe respondi:
- Às vezes, não ... sempre! A melhor coisa a fazer, é orar a Deus que podes crer que esse peso nos sai de cima.

Ontem de manhã eu dizia-lhe para ela ficar tranquila, que Deus iria atender o pedido dela e cuidar dela. Mas ao fim do dia ainda vinha triste, porque o telefone continuava sem aparecer.
A caminho de casa, ela mostrava-se apreensiva porque teria de contar ao pai. E eu disse-lhe para estar descansada, que o telefone iria aparecer.
Assim que chegou a casa, voltou a procurar e encontrou o telefone: uma amiguinha tinha guardado o telefone numa bolsa fora da mochila e ela não o tinha procurado ali.
Ela ficou radiante e em saltos cheia de alegria, agradecia a Deus por isso!

Depois disse-me que foi bom ter passado por isto, porque assim aprendeu a lição de ter mais cuidado com as coisas.
Ao que eu lhe disse: 
- E aprendeste a colocar qualquer coisa que te preocupe, nas mãos de Deus. Foi isso que Ele te quis ensinar! A depender Dele em tudo!

Conduzir os nossos filhos no amor e cuidado de Deus, é algo que não tem preço!
Que Deus me dê a sabedoria e a capacidade de o fazer com alegria, de forma que produza nela um imenso desejo de conhecer o Pai Celeste em todos os detalhes da vida dela, é a minha oração!
Amém!



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O que nos ensinam as formigas


O meu marido manifestava já há algum tempo, o desejo de ter um formigueiro em casa, para poder observar a organização das formigas e a maneira como elas trabalham.
Resolvi então oferecer-lhe um formigueiro, da AntWorks, para ele realizar este seu desejo.
Coloquei algumas formigas grandes, que levei do Alentejo e todos os dias íamos ver as nossas "meninas".
Ficámos maravilhados com os túneis que elas começaram a escavar, ligando-se uns aos outros.
No entanto, passados uns 10 dias, as formigas começaram a morrer.
Fui fazer uma pesquisa e a razão disso é porque elas não têm uma rainha!
Sem a rainha, o formigueiro não subsiste, não sobrevive!
Elas precisam da rainha, não só para reprodução, mas também como motivação para trabalhar.
Sem isso, elas simplesmente deixam de viver.
Até uma criatura como uma formiguinha, precisa de um sentido para viver, uma motivação, um objectivo.
Ficámos tristes por vê-las se entregarem assim desta maneira à morte, mas foi para isto que elas foram criadas: terem um propósito.
Tal como nós, seres humanos, temos um propósito na nossa vida, dado pelo Criador! Sem isso, muitas vezes, morremos, mesmo estando vivos no corpo. 
Morremos por dentro.

Não vamos desistir do nosso formigueiro e já encontrei um site onde posso pedir um formigueiro com rainha.
Caso sintam curiosidade em ver um formigueiro ao vivo ou ter um Jardim Vivo em casa, vão ao site Ecosferas  e escolham.
Acho que o próximo que gostaria de ter, é um Jardim de Joaninhas!!!!
É uma experiência interessante e podemos sempre aprender algo com o mundo animal.
Eles têm tanta coisa para nos ensinar a nós, seres humanos...!


terça-feira, 5 de abril de 2011

Do Baú

Em criança, tive muitos animais de estimação.
Tinha imenso espaço que me possibilitava ter imensa bicharada.
Desde criança, que o meu sonho era albergar todos os animais abandonados que encontrava, pois parte-se-me o coração de ver os bichos abandonados.
Por isso, procurei sempre tratar bem os animais que tive e tenho.
Tenho várias histórias que me marcaram, mas há uma que nunca esqueci pelo que me marcou.

Sempre tive preferência pelos gatos.
Talvez pela sua indepêndencia, o seu ar misterioso e fascinante.
Ainda hoje, os gatos são para mim, uma paixão.
No entanto, reconheço que nos cães, encontro muito mais amor incondicional e entrega.
De todos os que tive, recordo-me de uma cadelinha que era uma ternura.
Sempre do meu lado, acompanhava-me a todo o lado.
Era minha companheira, minha cola, minha sombra.
Mas por vezes, chateava-me.
Ela queria lamber-me, saltava para cima de mim, desafiava-me a brincar.
Eu às vezes zangava-me com ela, enxotava-a e ela lá ia embora, com a cauda entre as pernas, triste pela rejeição.
No entanto, bastava eu voltar a chamá-la, que de imediato ela saltava para o meu colo, feliz e sem qualquer amuo.
Um dia, enquanto eu brincava, ela estava de roda de mim, como sempre.
Ora me lambia, ora saltava para cima de mim, enquanto eu tentava brincar.
Às tantas, dou-lhe um berro e mando-a embora.
E ela foi, tristinha da vida.
Continuei a brincar sem pensar mais nela.
Ao final de umas horas estranhei a ausência dela.
Fui à sua procura mas não a encontrava em lugar nenhum.
Então, tocaram ao portão da casa e uma vizinha veio perguntar se por acaso a cadela que tinha sido atropelada seria a nossa.
Eu nunca mais me esqueço da dor que tive.
Dor porque ela tinha morrido.
Dor porque nunca mais voltaria a vê-la, mas muito mais que isso, porque o último momento com ela, ter sido eu a rejeitá-la. Por não ter aproveitado mais o tempo com ela.
A dor de sentir isso, fez-me crescer mais naquele dia.
A falta que eu sentia dela, da sua alegria, do seu amor incondicional, foi imensa.
Daria tudo para a voltar a ter ali do meu lado, dando-me os seus beijos à cão, brincando comigo.
Voltei a ter muitos mais cães, mas nunca me esqueci dela e da lição que aprendi.
Crescer custa e a vida tem muitas lições.
E os animais deram-me muitas.
Esta foi uma delas.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Prova de paciência

Ontem estive parada duas horas e meia na auto-estrada. Literalmente!
Carro completamente desligado.
Um acidente à frente, fez com que a estrada ficasse cortada por esse período.
Que fazer? Esperar!
Com a filha muito impaciente do meu lado, foi complicado suportar essas horas.
Desde a fome, à vontade de fazer xixi, ao calor e ao frio... tudo surgia naquele tempo.
O tecto do carro é transparente e eu olhava para cima, de encontro ao céu, pedindo paciência.
Muita!
A situação em si já era custosa, mas com o lamentar da filha, pior ainda!
Até que ela disse:
- Mãe, vamos orar?
Olhei para ela, surpresa!
Ela orou.
Orou pelas pessoas do acidente, orou pelas pessoas que estavam ali paradas, orou por nós, pelos amigos.
E mais uma vez Deus fala comigo por meio dela.
Podemos ser impacientes. Estamos todos sujeitos a isso.
Mas é nestes momentos que a nossa paciência é colocada em prova.
E porque não aproveitar um tempo assim, para nos aquietarmos e saber que Deus é Deus?
Achamos muitas vezes que Deus é como um mágico, que faz "plim" com a varinha mágica.
Se Lhe pedimos para sermos mais pacientes, Ele coloca pessoas e circunstâncias na nossa vida para então, aprendermos a ser pacientes.
E até por meio de uma criança impaciente, Ele me mostra que está ali, do nosso lado, ajudando.
Enfim, prova de paciência superada e lição aprendida.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A arte do desapego

 
Pratica o desapego.
É preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém joga nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembra-te de que houve uma época em que podias viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na tua vida.
Fecha a porta, muda o disco, limpa a casa, sacode a poeira.
Fernando Pessoa

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Lições de vida

Neste Verão, voltei a ter crias de passarinhos em casa.
Tem sido muito bom voltar a acompanhar o processo, coisa que já não fazia há uns 10 anos.
E agora com a filhota, tem sido bem mais interessante, pois aproveito para a despertar e sensibilizar para a ternura e cuidado que os pais têm com as suas crias.

É extraordinário ver como os pais se dividem, para cuidarem dos bebés.
Enquanto um os aquece, o outro vai buscar comer e vice-versa.
Inclusive, um dia quis espreitar com o "dedo" e acabei por levar uma bicadela! Bem feita!

Passadas 3 semanas, começaram a sair do ninho e agitavam as cabeças e abriam muito os bicos, para pedirem comer aos pais, fazendo-o de forma muito exigente.
Os progenitores atendiam aos seus apetites, colocando-lhes o comer no bico.

Agora, que já sabem voar, quando começam a exigir comer, os pais simplesmente lhes negam!
Chegam mesmo a pica-los para que se alimentem sozinhos.
Pode parecer algo cruel, mas para que eles aprendam por si, é necessário que os pais os "enxutem".
A natureza funciona assim!

E enquanto acompanho as lições que estas criaturinhas me passam, percebo que de certa forma, o nosso Pai Celestial também precisa de nos tratar assim.
Recordo-me como, após o meu novo nascimento, no calor da minha imaturidade espiritual, percebia Deus ali mesmo ao meu lado.
Em orações que eram atendidas quase de imediato, na provisão generosa e abundante, no livramento de muitas situações.
A Sua mão estava permanentemente ali, do meu lado.
Uma "exigência" minha e Deus, na Sua paciência e cuidado, atendia.
E eu vivia como estando sempre no cimo da montanha.
Em autêntico êxtase espiritual.
À medida que ia amadurecendo, as coisas deixaram de ser tão facilitadas.
Comecei a aprender a descer a montanha.
Percebi que Deus, por muito me amar, não poderia permitir que eu vivesse assim sempre.
Eu precisava de amadurecer a minha fé, ser provada, saber perseverar, para que então, Ele me aperfeiçoasse, até completar a obra em mim.
Penso que, se na verdade Deus não agisse assim comigo e com todos os Seus filhos, nos tornaríamos imaturos espiritualmente, arrogantes e mesmo, egoístas.
Sabe bem estar no cimo da montanha, sem dúvida.
O desejo de fazer ali tendas para viver esses momentos com Deus, é algo de bom.
Mas é quando descemos o monte e aprendemos a viver pela fé, que o melhor de nós pode ser extraído.

Ele continua do meu lado, como sempre.
Sei disso. Estou a amadurecer e a aprender a depender Dele em tudo, mesmo quando não parece que Ele está comigo.
Preciso de deixar o leite espiritual, para buscar alimento mais forte e saudável.
Deus ajudou-me a subir a montanha e a permanecer por lá.
E agora, continua a ajudar-me a descer e a permanecer no vale.
Seja num vale ou numa montanha, Deus é.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Desistir ... Nunca!

O Canto do JO usou o caracol,  como exemplo de perseverança, e que a seu tempo, veremos  os resultados ou alcançaremos os objectivos.

Aqui, de forma mais humorada,  este Terrier demonstra como o termo desistir não faz parte do seu vocabulário: persistir... sempre!

Sigamos os exemplos: do caracol e do Terrier! :))

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