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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Milagres

Quando li esta história, fiquei comovida.
São coisas que não se explicam, mas que a força do amor vence e supera.
"A vida chutando a morte!", conforme afirmou o Jorge.
A história dela a seguir:

A mulher sorridente acima é Michelle Stepney, uma britânica que descobriu um câncer durante a gravidez e foi salva graças aos chutes dos fetos, que expulsaram parte do tumor. Stepney, de 35 anos, estava grávida de gêmeas quando foi levada para o hospital com um sangramento. No início, os médicos suspeitaram de um aborto, mas logo descobriram que ela estava com câncer cervical e que acabara de expelir um pedaço do tumor do colo do útero.
"Eu não poderia imaginar que os chutes que eu sentia seriam tão importantes. Eu mal pude acreditar quando os médicos disseram que os movimentos tinham expulsado o tumor", diz Michelle.

Os oncologistas sugeriram que ela fizesse quimioterapia e retirasse o útero para remover o câncer por completo, o que significaria o fim da gravidez. Michelle conta que, depois de muito reflectir, decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia, aplicadas a cada 15 dias.

As gemeas, Alice e Harriet, que hoje estão com nove meses, nasceram na 33ª semana de gravidez de cesariana. As meninas estavam em perfeito estado de saúde, mas nasceram sem cabelo por causa dos efeitos da quimioterapia. Quatro semanas depois do parto, Michelle foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor e do útero. "Minhas filhas salvaram minha vida", diz ela. Os médicos acreditam que Michelle esteja curada.

No próximo dia 12, Michelle receberá o premio "Mulher de Coragem" do Cancer Research UK, um centro na Grã-Bretanha dedicado a pesquisas sobre o câncer. Sem dúvida, um prêmio mais do que merecido.

Fonte: UOL - Blogue

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Posso viver?



São três minutos e cinquenta e três segundos.
Quem sabe o tempo de uma decisão.
Vale a pena escutar ... até ao fim!

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Aborto

Gostava de deixar a minha opinião sobre o que penso sobre o aborto.
É um assunto delicado, mas para mim é muito claro.
Dizer Sim, ao aborto, apenas vai fazer com que as pessoas sejam cada vez menos responsáveis pelos seus actos.
Se um homem e uma mulher se acham maduros para terem relações sexuais, então, também terão de ser maduros para aceitar as consequências dessa mesma relação. E serem responsáveis pela vida que geraram. Ou então, tomarem as medidas para evitar a gravidez. Aborto não é e não deve ser considerado método anticonceptivo!
Se as pessoas depois dão desculpas porque são jovens e não têm maturidade, ou vida para criar um filho, então também não têm maturidade para assumirem uma relação sexual ou o seu relacionamento.
Não posso admitir que as pessoas pensem que têm o direito de terminar com uma vida apenas porque agora são jovens ou não têm possibilidades.
Ninguém pode pensar que tem a liberdade de abortar!
E dizer sim só aumentará essa irresponsabilidade!
Tirando casos de violação, deficiências do feto ou risco de vida para a mãe, o aborto deve ser inviável.
Eu admiro mulheres como a mãe biológica da minha filha.
Não tendo condições para a criar, ela assumiu a sua responsabilidade diante da escolha que fez da sua aventura sexual: em vez de optar por terminar com a vida da criança, entregou-a para ela ser amada por quem tanto a desejaria.
A dor que ela poderá sentir, deve ser bem menor, que a dor que devem ter as mulheres que praticam o aborto. Porque creio que dentro delas sempre existirá um vazio, uma perda, uma culpa imensa.
Contudo gostaria de salientar que para todas essas mulheres, Deus está sempre pronto a perdoar. O Seu perdão é ilimitado.
Mas não é permitindo o aborto que vamos resolver as coisas.
Devemos empenhar-nos pela responsabilização dos actos de cada pessoa.
Desde jovens. Esclarecê-los.
Penso que o filme está todo ao contrário. Num país como o nosso, onde as escolas fecham por falta de crianças, onde milhares de casais aguardam anos pelo filho adoptivo, aquilo que se deve promover e fazer é pela VIDA.
Liberalizar sim, os processos de adopção; ajudar as mães solteiras; lutar contra a libertinagem; promover responsabilidades, promover valores morais, etc. etc. e etc. ... mas percebo que tudo isso dê muito trabalho!
Afinal, é mais fácil descartar uma vida!
Ainda que lhe queiram dar o nome adocicado de "Interrupção voluntária".
Aborto é terminar com uma vida ... aniquilá-la!
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