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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Quanto mais eu oro, mais dificuldades me aparecem!

Sabes aquela história de "quanto mais eu oro, mais assombrações me aparecem“? Já tiveste essa impressão?
Ela pode se projectar de outra forma, como aquele que diz: “estranho, na mesma proporção que me sinto mais aberto, mais perceptivo, mais consciente, mais dificuldades surgem no meu caminho.” – Já pensaste assim?
Acontece que quanto mais atentos ficamos mais sensíveis;  e quanto mais sensíveis, mais claro tudo vai ficando, inclusive as pedras e obstáculos do nosso próprio caminho. Se antes não víamos, agora vemos! Não é que as dificuldades aumentam, mas agora tu as discernes, consegues ver o que antes não vias e isso é bom!
Uma vida de absolutas facilidades, com caminhos plenamente estáveis, cauterizaria a nossa consciência. Conseguir ver os teus limites, lidar com as tuas fraquezas e superá-las, é parte essencial do caminho de qualquer um que almeja a maturidade.
Ninguém cresce se não encarar os seus próprios fantasmas. Não há enraizamento de consciência sem confrontar-se, sem a oportunidade de passar pelos afunilamentos que nos melhora justamente por conta do exercício da experiência, pela chance de vencer um obstáculo e tornar-se uma pessoa melhor.
Se  sentes que as “assombrações” aumentam na medida em que oras, ou que as dificuldades se aprofundam enquanto meditas, ou que tudo parece ficar mais difícil enquanto intimamente tens evoluído, prossegue com felicidade e atenção.
Faz parte do caminho. Não estamos em busca de facilidades, mas de maturidade e a maturidade se constrói com o desenvolvimento da nossa capacidade de superar dificuldades, sair mais forte na outra ponta, não temer as “assombrações”, mas enfrentá-las e vencê-las.
É consciência que queremos e se há necessidade de desconstruções, de encarar e ajustes na maneira de enxergar, repito, prossegue com felicidade e atenção.
Afinal, não é que as coisas pioraram, simplesmente agora tu as vês! 
O que farás com isso é escolha tua.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Koinonia



Há dias em que acordo e sinto-me frágil.
Nem tenho razão ou motivos aparentes para me sentir assim, até pelo contrário.
Mas algo aperta o meu peito, deixando-me com uma sensação de angustia, como se algo de ruim fosse suceder.
Depois vem uma enxurrada de pensamentos e coisas à cabeça, acumulando ainda mais esse peso.
E percebo como é bom encontrar a força, a direcção e a luz na Palavra de Deus, nas Suas promessas.
Deus é fiel e é voltando-me para Ele  que esse peso pode ser aliviado em mim.

Entendo também como frequentar uma comunidade cristã me ajuda.
Quando nos juntamos, vamos com um propósito: Adorar Cristo, que consegue unir pessoas de todas as classes sociais,  línguas, idades e  temperamentos diferentes.
Vamos para nos doar a Ele e uns aos outros.
Nas nossas diferenças e imperfeições, somos um só com Ele.
Ouvimos aquela oração feita por outro e que vai ao encontro do nosso coração.
Ou aquele cântico que expressa o nosso sentir.
Damos uma palavra de conforto a quem precisa.
Rimo-nos ou comovemos-nos com as crianças ou um testemunho de alguém.
A nossa fé é fortalecida e conhecemos um pouco mais sobre nós e Deus.
Há sempre algo que recebemos e damos, num encontro com os nossos irmãos, em comunhão.
Não é possível crescer em fé e conhecimento sobre Deus, sem a koinonia.
É assim que, ao amar o outro, amamos a Deus.
E isso faz bem à nossa alma. 

Aproveito para partilhar um pequeno vídeo, elaborado por irmãos queridos da  Segunda Igreja Baptista de Lisboa, na Lapa.
Como diz o pastor Tiago Cavaco:
- Venham à Igreja sem medos! Até porque quem não está convencido, de pouco serve a ela.

Nota:

Koinonia -  Palavra grega que  significa “um relacionamento íntimo e estreito que as pessoas aceitam entre si”.
Koinonia é uma “associação com uma pessoa, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência; relacionamento que envolve propósitos e actividades comuns; parceria”.
Koinonia - Comunhão 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Até mesmo os acontecimentos mais trágicos, transformam-se em bem para aqueles que amam o Senhor e são seus filhos. 
A nossa educação espiritual aumenta com as dificuldades que experimentamos e as montanhas que escalamos. 
Dorothy Kelley Patterson

Romanos 8:28 - "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."
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