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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Zara


Esta semana ficámos sem a nossa Zara, depois de muitos anos de companhia e histórias passadas com ela.

No dia em que morreu, ainda teve forças para caminhar e como que sabendo que a sua hora estava próxima, foi ter com todos os cães da casa, parecendo despedir-se deles.
E quando chegou a hora de morrer, os cães da casa começaram todos a uivar.
Há, na verdade, muita coisa para aprendermos com os animais. Cada vez acho mais absurda dizer que os animais são seres irracionais. Como a minha mãe costuma dizer, há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que aquilo que o homem pode imaginar. 

Nós, seres humanos, mostramos muitas vezes, comportamentos e atitudes bem mais irracionais.
Os animais vivem com muito mais equilíbrio no planeta, do que nós, que o estamos a destruir aos poucos.
Sem falar como nos auto-destruímos também.
Por isso que a cada dia aprendo mais com os animais, percebendo que para além do seu instinto, eles têm um tipo de comunicação e expressões de inteligência próprias deles e que apesar de serem diferentes dos humanos, não significa que sejam inexistentes.
E este exemplo que partilho aqui mostra bem isso!
A Zara era a cadela da minha irmã Denise. 
As duas com certeza, já estarão reunidas, porque creio no Deus Criador, que ao redimir o homem, redimiu também toda a criação, que tem vindo a gemer em expectativa e ansiedade, pelo dia em que Ele a restaurará em toda a sua plenitude e beleza!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hã??!

Já raramente vejo televisão nos canais portugueses.
Levamos novelas e dramas e desastres, aos quais não tenho pachorra para assistir e perder tempo.
Mas um dia destes, ao passar num canal português, vi algo que achei que deveria ter sido uma visão minha.
Só podia, certo?
Uma publicidade em que um grupo de jovens estava a mamar nas tetas de uma vaca??!!
Hã?!!?
Os publicitários têm de ser criativos, certo .... mas chega de parvoíces.
Tá tudo doido mesmo!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Algo mesmo muito errado II

Em Maio deste ano escrevi aqui  no blogue de que algo de errado existe nos valores humanos de um país, quando no Hospital de Loures foram registadas mais consultas para abortar, do que consultas de obstetrícia.
Agora, o Conselho de Ética (qual Ética?) dás luz verde para que se procedam ao racionamento  de tratamentos a doentes com cancro, HIV e doenças reumáticas. Tudo, justificando o gasto excessivo nos tratamentos que prolongam a vida de pessoas com doenças terminais.
Como escreveu  uma amiga: Afinal, quanto vale uma vida humana?
Até onde é possível ir a nossa (desa) humanidade?
Quando a vida humana deixa de ter algum valor, o ser humano chegou ao ponto mais desumano possível.
Ou será que temos de fazer um pedido de desculpas por todos os nossos familiares e amigos que morreram de forma tão pouco ética, conforme escreveu o João Moreira?

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Algo errado

Enquanto lia a notícia de que no novo Hospital de Loures, foram registadas mais consultas para abortar, do que consultas de obstetrícia, de imediato pensei que existe algo de muito errado com os nossos valores humanos.
Quando a vida humana deixa de ter algum valor, o ser humano chegou ao ponto mais desumano possível.
E acabo por chegar à conclusão que parte deste avanço e desta tamanha indiferença, acontece, porque aqueles que poderiam lutar contra isso, não levantam mais as suas vozes como deveriam.
A começar por mim, que assisto passivamente dia a dia a toda esta loucura.

"O mundo é perigoso não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que vêem e deixam o mal ser feito." 
Albert Einstein

"A única coisa necessária para o triunfo do mal é que os homens bons não façam nada."
 Edmund Burke

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O poder das nossas palavras



Quando visualizei este vídeo, fiquei um pouco perturbada.
Percebi em como as palavras que profiro podem ser leves e edificadoras, mas também terem o poder destrutivo de uma tempestade.
Por maneira de ser, procuro dizer as coisas, mesmo menos agradáveis, de forma mais gentil.
No entanto, reconheço que muitas e muitas vezes, tenho ferido e machucado outros, com palavras mais duras e ditas de maneira menos sensível.
Tenho ganho muito mais quando prefiro silenciar ou esperar, antes de dizer alguma palavra ruim.
Churchill já dizia que "Engolir as palavras más que não se dizem, nunca fez mal a ninguém."
E eu concordo.
Quando as nossas palavras não são ditas com o intuito de edificar ou fazer mudar algo para melhor, como o caso de uma crítica construtiva, mais vale engoli-las.
Usar as palavras para produzir escuridão a outro, em vez de luz, não traz qualquer benefício.
Podemos ser assassinos sim, com as nossas palavras e o uso delas.
Com elas, podemos destruir sonhos, vidas, quebrar relacionamentos, reputações.
Há que saber ter a sabedoria de saber como usar este orgão, que é a língua.
Porque ela apenas solta o que vai dentro do coração.
E o efeito delas, muitas vezes, não tem reparação.
Somente pelo poder e graça de Deus será possível.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

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