Este blogue não adoPtou o novo acordo ortográfico.
Mostrar mensagens com a etiqueta devocional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta devocional. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Para que possamos entender

Na nossa sociedade, no mundo em que vivemos,  as pessoas importantes tendem a associar-se com outras pessoas importantes; eles procuram estar uns com os outros. E ser visto com as pessoas certas nos lugares certos,  pode levá-los muito longe.

Por isso,  é com alguma confusão ou estranheza,  que vemos Deus humilhando-se tão drasticamente perante nós. Sim, nós. Eu e tu. Nós somos o motivo, a razão que O levou a deixar a Sua glória. Nós nunca iremos realmente entender na nossa vida humana, na nossa limitação. Nós sabemos o que Ele fez, mas para a maioria de nós,  não sabemos o porquê.

Quando alguém maior ou mais importante se humilha diante de nós, de alguma forma, é um gesto poderoso. Ficamos espantados e boquiabertos pensando o que levou uma pessoa de tal estatura e condição fazer uma coisa dessas. Quando alguém nos dá um presente que não esperamos ou merecemos, nós costumamos dizer: "Oh, não deverias ter feito isso!." Mas acabamos por ser tocados pelo gesto.

Por isso, quando eu penso sobre o meu Deus numa manjedoura, eu fico sempre sem palavras e por vezes, até parece algo inacreditável! O Deus do universo, o criador de tudo o que vemos e não vemos, humilhar-se a esse ponto??! 
Por isso mesmo, é que  sou tão grata porque Ele o fez! 
Deus humilhou-se de uma forma que até mesmo um pastor comum podia entender.  Enquanto estava deitado numa manjedoura, Deus estava a anunciar algo a todos os que vêem a Ele. 
Foi uma mensagem silenciosa, mas que nos diz o que precisamos desesperadamente de saber sobre o nosso Deus. 
Como Cristo se tornou um ser humano pode ser um mistério, mas o amor de Deus não é!
Dan Schaeffer

"Tentem pensar como Cristo Jesus pensava. Mesmo em condição de igualdade com Deus, Jesus nunca pensou em tirar proveito dessa condição, de modo algum. Quando a sua hora chegou, ele deixou de lado os privilégios da divindade e assumiu a condição de escravo, tornando-se humano! E, depois disso, permaneceu humano. Foi  a sua hora de humilhação. Ele não exigiu privilégios especiais, mas viveu uma vida abnegada e obediente, tendo também uma morte abnegada e obediente - e da pior forma: a crucificação.
Por causa dessa obediência. Deus o exaltou e honrou muito acima e além de todos, para que todos os seres criados, no céu e na terra - até aqueles há muito mortos e enterrados - se curvem em adoração na presença de Jesus Cristo e proclamem, por meio do louvor, que ele é o Senhor de todos, para a gloriosa honra de Deus Pai."
Filipenses 2:5-11 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

A prática faz a diferença

"Todos os que escutam as minhas palavras e as seguem são sábios, como o homem que constrói a sua casa sobre uma rocha sólida. Pode a chuva cair em bátegas, podem vir enchentes, os ventos tempestuosos embater na casa, que ela não desabará, porque se encontra edificada sobre a rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e as despreza é insensato, como aquele que constrói a sua casa sobre a areia. Pois, quando vierem as chuvas e as enchentes, quando a ventania se abater sobre a sua casa, esta desabará inteiramente.”  
Mateus 7:24-27

Com certeza, que todos nós já tivemos a oportunidade de ver uma miragem. Ela mostra uma realidade que não existe.
Num dia quente, por exemplo, se estamos a conduzir numa estrada,  o calor faz parecer haver uma poça de água no meio da estrada.  Ao chegar perto, entretanto, a realidade mostra uma outra coisa.

É assim que Jesus encerra este Sermão, com a parábola das duas casas, ao afirmar que uma leitura superficial das pessoas ou das circunstâncias podem nos enganar, fazendo-nos ver algo que não existe. 

Na parábola , aparentemente as casas eram iguais – receberam as mesmas bênçãos, enfrentaram as mesmas adversidades. Ao fazer a aplicação da parábola, Jesus acrescenta ainda mais uma semelhança: elas ouviram a mesma Palavra. Escutaram o mesmo Evangelho. 

O que determinou a permanência de uma e a ruína da outra? 

A prática. A prática do que ouvimos faz toda a diferença!

O problema estrutural da casa na areia não era na Palavra que ouviu, na oportunidade que recebeu ou mesmo nas adversidades que teve de enfrentar. A casa na rocha esteve diante das mesmas situações. O factor determinante da queda da casa na areia,  foi porque não colocou em prática as coisas que ouvia. 

Portanto, a nossa atitude será determinante quanto à permanência no caminho como discípulos de Jesus. 

A criação aguarda com expectativa a manifestação dos filhos de Deus. A permanência firme na fé é fruto das tuas mãos, quando elas põem em prática os mandamentos do Mestre. 




terça-feira, 1 de setembro de 2015

Aparência - Reflexões sobre a parábola das duas casas II

"Todos os que escutam as minhas palavras e as seguem são sábios, como o homem que constrói a sua casa sobre uma rocha sólida. Pode a chuva cair em bátegas, podem vir enchentes, os ventos tempestuosos embater na casa, que ela não desabará, porque se encontra edificada sobre a rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e as despreza é insensato, como aquele que constrói a sua casa sobre a areia. Pois, quando vierem as chuvas e as enchentes, quando a ventania se abater sobre a sua casa, esta desabará inteiramente.”
Mateus 7:24-27


Quando Jesus fala destas duas casas, logo a  nossa mente procura construir uma imagem delas.
Seriam diferentes ou iguais? Jesus não nos dá mais detalhes – se são feitas de madeira ou outro material, se com apenas um piso ou dois, qual a cor das paredes ou o estilo do telhado. De facto, o silêncio de Jesus quanto à aparência nos leva a presumir que, aparentemente, as duas casas seriam semelhantes. 

Um olhar então desatento poderia não perceber a distinção, exactamente por que a diferença não é visível. Uma lição importante aguarda-nos aqui – Não te deixes levar pelas aparências!
O mundo é levado pela aparência.  Nunca se gastou tanto com cosméticos e afins. Hoje em dia, o que vale não é necessariamente a competência, mas a aparência. Por fora todo o mundo é igual. Tu podes estar a desmoronar por dentro, mas se colocares uma bela máscara e sorrires para todos,  ninguém vai imaginar o que se passa dentro de ti. 
Nós somos facilmente impressionáveis, mas Deus não é. Nós podemos ser influenciados pela opinião dos outros, mas a base do trono de Deus é a verdade absoluta. 

Numa manhã, aparentemente comum em Israel, o profeta Samuel estava diante dos filhos de Jessé para ali buscar o sucessor de Saul. Ao olhar os rapazes enfileirados, o pai ao lado com o peito estufado cheio de orgulho, Samuel deixou-se levar pela aparência deles. Eram jovens fortes, vívidos e dispostos. 
“Estou no lugar certo”, deve ter pensando. “Deus sabe mesmo das coisas, olhem  para estes rapazes...”. Subitamente, os seus devaneios são interrompidos pela voz inconfundível do Senhor: “Samuel!” 

- “Sim Senhor! Achei a casa de Jessé...e devo dizer, o Senhor sabe mesmo das coisas! Eles parecem-me prontos a ser o novo rei de Israel – olhe este mais velho aqui...” 
- “Não Samuel. Aprecio a tua opinião, mas não te deixes levar pelas aparências, nem pelas suas estaturas, porque eu os tenho rejeitado. O Senhor não vê como o homem vê, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. 

O que  procuras prestar mais atenção? Nas aparências ou discernir o que há por detrás delas?

"Mas o Senhor disse-lhe: “Não julgues pelo aspecto da pessoa, ou pela sua estatura. Não é esse aquele que eu escolhi. Eu não julgo da mesma forma que os homens. Estes fazem juízos de acordo com a aparência das coisas; mas eu olho para as intenções dos corações.”
1 Samuel 16:7

Do livro "Reflrexões sobre a vida Cristã" - Daniel de Luca

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Preparar o nosso fundamento

"Todos vocês já foram ao estádio e viram as corridas. Vários atletas correm, mas apenas um vence. Correr para vencer: é para isso que os bons atletas treinam duro. Eles fazem isso por uma medalha de ouro, que perde o brilho e o valor, mas vocês estão atrás da medalha que nunca envelhecerá."- 1 Coríntios 9:25
"O atleta que se recusa a jogar conforme as regras, nunca conquista um título." -  2 Timóteo 2:5


Pensa comigo num atleta de alto nível, independente da sua modalidade. Facilmente nos lembramos dos nomes de alguns campeões, medalhistas olímpicos e ícones famosos no seu desporto.
Em cada campeão percebemos o profundo nível de entrega à sua actividade, e o modo como cada um se preparou para o momento onde é coroado pelo seu empenho. Foram longos dias de treino, esforço e renúncia. 

Interessante ainda quando fazemos um certo exercício mental sobre isso: imagina o recordista dos 100 metros rasos participando de uma maratona. Feito isso, responde a ti mesmo: será que ele se sairia bem? Conseguiria chegar entre os primeiros lugares, repetindo a performance na sua especialidade desportiva? Por certo que não. O mesmo é válido caso o campeão da última maratona disputasse a prova dos 100 metros rasos. Percebes a diferença entre eles? Mesmo sendo os mais destacados na sua área, o facto é que cada modalidade exige uma preparação diferente. E é neste ponto que eu quero chegar contigo. 
Propósitos diferentes exigem preparações diferentes!

Usei anteriormente o exemplo das corridas para compor uma imagem da vida cristã.
Ser um discípulo de Jesus é equivalente a uma longa caminhada (ou uma maratona, se preferires).
Não fomos chamados para uma corrida breve de 100 metros, do tipo “pega a tua bênção e sai a correr”. Ao contrário, a vivência com Jesus deve ser intensa e experimentada no dia a dia.
Tal identificação é tão poderosa que os discípulos, ainda no início da Igreja, eram conhecidos como os “Do Caminho”. O próprio Jesus, ao falar de si mesmo, usa a expressão “Eu sou o Caminho...”. 

Portanto, vale a pena perguntar:
 “Como tem sido a minha preparação neste caminhar com Jesus?”.
Será que estamos a encarar a nossa trajectória como uma breve corrida, rápida o suficiente para alcançar a nossa resposta de oração e de seguida mudamos o curso para longe de Jesus?
Encaramos a nossa caminhada como uma estação, um tempo ao lado de Jesus de forma a obter alguma paz no meio de um conflito? Ou nos preparamos para uma jornada iniciada aqui, e que  irá continuar na eternidade? 

Medita por um pouco, e para te ajudar, reflecte comigo nesta frase:
“Jesus não é o lugar que se chega, mas o modo como se vai”. 

Como tem sido o “Caminho” que tu tens feito?

Do livro "Reflrexões sobre a vida Cristã" - Daniel de Luca

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Alegria

Nas últimas semanas, tenho feito no meu tempo devocional, leituras na Bíblia sobre a alegria, em conjunto com textos escritos por Carol McLeod, da aplicação You  Version - Bíblia para smartphones e tablets. (Já agora, recomendo esta aplicação da Bíblia, pois tem imensos recursos que nos ajudam a crescer e a amadurecer na nossa caminhada junto ao Senhor).
Por isso, gostaria de partilhar nos próximos dias, alguns pensamentos que retive sobre a alegria do cristão e de como viver essa mesma alegria além das circunstâncias.

_____________________ ****** _____________________

- Jesus entrou no nosso mundo anunciando alegria. 
"Alegria" foi a primeira palavra usada para descrever e anunciar a entrada ou a chegada de Jesus à Terra.
E a alegria deve ser também a marca de nascença de cada cristão. 

Lucas 2:10 > "Mas o anjo disse-lhes: Não tenham medo! Venho aqui trazer-vos uma boa nova que será motivo de grande alegria para todo o povo."

_______________________ ******* ______________________

"A alegria é a capacidade de experimentar na nossa humanidade, as bençãos que o Senhor tem na sua divindade." - Carol McLeod

________________________ ******* ______________________

As circunstâncias deste mundo podem roubar a nossa felicidade, mas nunca a nossa alegria. A alegria é o teste que determina se estou realmente decidida a permanecer na presença de Deus ou não.

Tiago 1:2-3 > Amigos, quando lutas e aflições os atingirem em cheio, saibam que isso é um presente especial. Vocês verão como a fé será fortalecida e como terão forças para continuar até ao fim. Por isso, 




sexta-feira, 14 de março de 2014

Coração sem palavras


 
Continuo a gostar de registar em cadernos, as palavras, ensinos, meditações que são produzidas no meu tempo devocional.
Por vezes, alguns deles saltam do caderno para este blogue ou outro ali do lado.
Apesar de gostar de escrever, nem sempre encontro as palavras certas que gostaria de expressar.
Elas faltam-me e limitam-me.
Conforta-me no entanto saber que o Espírito de Deus que habita em mim, é o tradutor certo para aquilo que não sei como dizer.
De uma forma que a minha mente humana não entende, Ele traduz numa linguagem perceptível e leva até Deus Pai o que nasce dentro do meu coração sem palavras.
E esse registo, só Deus conhece! 
Ele sabe!

Na oração é melhor ter um coração sem palavras do que palavras sem coração.
 John Bunyan

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Irresistível

"Quanto mais descobrimos a profundidade da nossa perversidade, mais vamos amar verdadeiramente o Evangelho."
Laurie Aker - Ministério Thistlebend

Enquanto acharmos que somos bons e sem necessidade de médico, não podemos ser tratados e curados.
Enquanto não tivermos a convicção do quanto somos pecadores, não derramaremos óleo abundante de gratidão aos pés do Salvador.
Enquanto essa verdade não nos atingir como uma flecha, nunca iremos perceber as riquezas que encontramos no Evangelho.
Oh quão cega andei por tanto tempo!


Portanto, eu lhe digo, os muitos pecados dela lhe foram perdoados; pois ela amou muito. 
Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama. 
Lucas 7:47

Os fariseus e mestres da lei, porém, queixavam-se amargamente aos discípulos de Jesus por ele comer com homens tão conhecidos como desonestos.
Mas Jesus respondeu-lhes: São os doentes que precisam de médico, e não os que gozam de boa saúde. Eu vim com o propósito de convidar os pecadores a arrependerem-se dos seus pecados, e não de gastar tempo com os que se imaginam já bastante bons.
Lucas 5:30-32
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...