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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Zara


Esta semana ficámos sem a nossa Zara, depois de muitos anos de companhia e histórias passadas com ela.

No dia em que morreu, ainda teve forças para caminhar e como que sabendo que a sua hora estava próxima, foi ter com todos os cães da casa, parecendo despedir-se deles.
E quando chegou a hora de morrer, os cães da casa começaram todos a uivar.
Há, na verdade, muita coisa para aprendermos com os animais. Cada vez acho mais absurda dizer que os animais são seres irracionais. Como a minha mãe costuma dizer, há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que aquilo que o homem pode imaginar. 

Nós, seres humanos, mostramos muitas vezes, comportamentos e atitudes bem mais irracionais.
Os animais vivem com muito mais equilíbrio no planeta, do que nós, que o estamos a destruir aos poucos.
Sem falar como nos auto-destruímos também.
Por isso que a cada dia aprendo mais com os animais, percebendo que para além do seu instinto, eles têm um tipo de comunicação e expressões de inteligência próprias deles e que apesar de serem diferentes dos humanos, não significa que sejam inexistentes.
E este exemplo que partilho aqui mostra bem isso!
A Zara era a cadela da minha irmã Denise. 
As duas com certeza, já estarão reunidas, porque creio no Deus Criador, que ao redimir o homem, redimiu também toda a criação, que tem vindo a gemer em expectativa e ansiedade, pelo dia em que Ele a restaurará em toda a sua plenitude e beleza!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sensibilidade infantil


Este gato foi dado a uma criança de 5 anos. 
O gato nasceu sem um olho e as pessoas ficaram surpresas ao ver que o gato tinha um olho falso. 
Perguntaram ao menino porque é que ele decidiu colocar um olho falso no gato e o menino disse:
- "Eu coloquei um olho falso para que os outros gatos não zombem dele. "
Ritah


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Do Piruças



Desde que nasceu, que este gatinho nos cativou.
Foi sempre meigo e ao mesmo tempo, traquina.
De uma doçura sem fim e simultâneamente, safadinho.
Quando o trouxemos para casa, achávamos muita graça à forma como se comportava quando lhe atirava uma bolinha de papel: ia buscar e trazia-a na boca, arfando tal e qual um cão.

Agora, passados uns meses, sabemos que esse arfar num gato não é normal.
Como começou a ter acessos de tosse seca, fui com ele ao veterinário para saber o que se passava com o bichano.
Desde raios-x até eco-cardiogramas, tudo foi feito para encontrar o diagnóstico.
Em todo este processo, ele cativou todos os médicos, graças à sua doçura e comportamento.
Graças a Deus, não é nada cardíaco e sim, respiratório.

A bomba para fazer inalações vai passar a ser algo a fazer parte da vida dele.
Espero que apesar de tudo, ele continue a ser esta ternura que é.
A nossa família já se rendeu a este felino, com todo o coração.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Lições do mundo animal

Este tipo de histórias deixa-me sempre deliciada.
Apesar de já ter algum tempo, li-a este fim de semana quando vi a foto.
A gata adoptou estes pintainhos, porque a mãe deles morreu. 
Em busca de calor, os pintos acabaram por descobrir a mãe gata, que os acolheu e, enquanto amamenta os seus filhos, aquece os pintainhos.

Tive o privilégio de viver muitos anos no campo e poder assistir ao vivo e a cores a situações como esta.
A mais parecida, foi com um pastor alemão e uma ninhada de pintainhos.
A mãe dos pintos rejeitou os filhos e eles, coitadinhos, saíram em busca de alguma fonte de calor (os pintainhos precisam muito de calor para sobreviver).
Foram andando pelo quintal fora quando se depararam com um pelo fofo e quentinho do do nosso pastor alemão.
Aninharam-se junto a ele e ficaram ali, quentinhos e protegidos.
Quando vimos aquilo, não tivemos coragem de os tirar  e então, o pastor alemão criou a ninhada de pintainhos.
Com o passar do tempo, toda a ninhada, agora galos e galinhas crescidos, tinham uma particularidade interessante:
Adoravam comer carne!
Sempre que alimentávamos os cães, eles iam logo a correr dar bicadas na carne, pois habituaram-se desde pequenos a comer da tigela do cão e acabaram por se tornar carnívoros!
São histórias do mundo animal, que muito nos têm a ensinar, a nós, que somos humanos...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Uma gata panhonha

Ontem, uma das gatas da minha mãe entrou em trabalho de parto.
A minha mãe só se apercebeu, quando viu a gata passar por ela com um gatinho pendurado na zona da vagina, tal era a descontracção da bicha.
De imediato, a minha mãe pegou na gata e procurou ajudar o gatinho a nascer.
Só que ele já estava morto.
De seguida, a minha mãe ajuda o seguinte a nascer, que estava mais para lá do que para cá.
Então, ela pega na gata, nos gatinhos e segue para a veterinária.
A médica observa a gata e diz que ela não está a fazer as contracções, como é normal.
Então começam os procedimentos para ver se ela entra em trabalho de parto.
Neste processo todo, os veterinários ficam espantados com a calma e tranquilidade da bicha, ao ponto de acharem que a minha mãe lhe tinha dado algum calmante.
A minha mãe diz que não, que a gata é mesmo assim.
- Olhe doutora, esta gata é mesmo assim: para ela é tudo "cagari cagaró" - uma expressão engraçada que a minha mãe usa, para definir pessoas que não se importam com nada ou muito "panhonhas".
Enfim, no meio desta aventura, a minha mãe lá traz dois gatinhos sobreviventes, um amarelo e um às riscas.
Como a mãe deles não quer saber dos filhos, vão ser criados e alimentados pela minha mãe, com um biberão e leite de substituição próprio para gatinhos e cachorros.
Aventuras do meu Alentejo!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Riscas

Faz hoje um mês que encontrei este gatinho e o irmão, a miarem desesperados com fome.
Fazia 2 dias que os ouvíamos, mas sem os conseguir encontrar.
Finalmente,  lá os descobri, no meio das ervas. Dois pares de olhitos brilhantes e assustados a fixarem-me!
A primeira reacção, foi de se assanharem, como todo o gatinho que se preza.
Mas o desejo de carinho e comer, venceu e deixaram-se apanhar com facilidade.
Levei-os para casa e dei-lhes leite à pipeta, pois não sabiam ainda beber do pratinho.
No dia a seguir, já comiam ração, tal era a fomita.
Infelizmente, um deles não resistiu, pois tinha a bacia partida, provavelmente causada por uma queda ou até, maldade de alguém. Ao fim de uma semana, morreu.
Mas esse sortudo da foto, do qual me apaixonei assim que o vi, por causa da sua coragem em soprar para mim, para defender o irmão mais débil, acabou por lhe sair a sorte grande.
Acabou por ser recolhido para a casa do meu pai e tem sido o bijou de todos.
Atrevido, pilantrinha, mas dócil e sempre em modo ron-ron, está a ficar a cada dia mais bonito.
E eu feliz por ter resgatado este bichinho!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Do Baú

Em criança, tive muitos animais de estimação.
Tinha imenso espaço que me possibilitava ter imensa bicharada.
Desde criança, que o meu sonho era albergar todos os animais abandonados que encontrava, pois parte-se-me o coração de ver os bichos abandonados.
Por isso, procurei sempre tratar bem os animais que tive e tenho.
Tenho várias histórias que me marcaram, mas há uma que nunca esqueci pelo que me marcou.

Sempre tive preferência pelos gatos.
Talvez pela sua indepêndencia, o seu ar misterioso e fascinante.
Ainda hoje, os gatos são para mim, uma paixão.
No entanto, reconheço que nos cães, encontro muito mais amor incondicional e entrega.
De todos os que tive, recordo-me de uma cadelinha que era uma ternura.
Sempre do meu lado, acompanhava-me a todo o lado.
Era minha companheira, minha cola, minha sombra.
Mas por vezes, chateava-me.
Ela queria lamber-me, saltava para cima de mim, desafiava-me a brincar.
Eu às vezes zangava-me com ela, enxotava-a e ela lá ia embora, com a cauda entre as pernas, triste pela rejeição.
No entanto, bastava eu voltar a chamá-la, que de imediato ela saltava para o meu colo, feliz e sem qualquer amuo.
Um dia, enquanto eu brincava, ela estava de roda de mim, como sempre.
Ora me lambia, ora saltava para cima de mim, enquanto eu tentava brincar.
Às tantas, dou-lhe um berro e mando-a embora.
E ela foi, tristinha da vida.
Continuei a brincar sem pensar mais nela.
Ao final de umas horas estranhei a ausência dela.
Fui à sua procura mas não a encontrava em lugar nenhum.
Então, tocaram ao portão da casa e uma vizinha veio perguntar se por acaso a cadela que tinha sido atropelada seria a nossa.
Eu nunca mais me esqueço da dor que tive.
Dor porque ela tinha morrido.
Dor porque nunca mais voltaria a vê-la, mas muito mais que isso, porque o último momento com ela, ter sido eu a rejeitá-la. Por não ter aproveitado mais o tempo com ela.
A dor de sentir isso, fez-me crescer mais naquele dia.
A falta que eu sentia dela, da sua alegria, do seu amor incondicional, foi imensa.
Daria tudo para a voltar a ter ali do meu lado, dando-me os seus beijos à cão, brincando comigo.
Voltei a ter muitos mais cães, mas nunca me esqueci dela e da lição que aprendi.
Crescer custa e a vida tem muitas lições.
E os animais deram-me muitas.
Esta foi uma delas.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fé: a história de uma cadela


Faith (Fé) é o nome desta cadela!
Nasceu na véspera de Natal do ano 2002.
Como não tinha as patas dianteiras, a sua mãe rejeitou-a.
O seu primeiro dono também a quis "adormecer", para acabar com o seu sofrimento.
Mas a sua actual dona, quando a conheceu, quis ficar com ela e deu-lhe esse nome.
Então, ela ensinou e treinou a cadela, sem nunca desistir dela.
Ao fim de 6 meses de treino, Faith caminhava em pé, como um ser humano.
Uma história de amor, de fé e de persistência.
E de como o valor da Vida está presente em cada ser vivo, independentemente das "deficiências físicas".
A história completa no blogue do PC Amaral.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Recolha de rações - Animais de rua


Olá a todos!
Como sabem, muitos dos animais protegidos pela Animais de Rua através do seu programa CED (Capturar-Esterilizar-Devolver) são libertados novamente no seu meio após a esterilização, desparasitação e marcação (e tratamento, caso apresentem algum problema de saúde).
A grande maioria destes animais é alimentada por pessoas com poucos recursos económicos, que pouco mais lhes podem dar do que restos de comida.
Infelizmente, a Animais de Rua não tem capacidade para adquirir alimentação de boa qualidade para as muitas centenas de animais que protege nas ruas do país, e é para isso que vimos pedir a vossa ajuda.

Se cada um puder contribuir com um saco de ração, conseguiremos um bom stock que nos permitirá alimentar melhor muitos animais que, devido às adversidades da vida na rua, precisam especialmente de ter acesso a uma boa nutrição.

Preferimos que nos seja oferecida ração de qualidade média, ainda que em menor quantidade (ex: Friskies, Pedigree, Husse, Continente Premium, Purina, Dog Chow e Cat Chow, Nutro, Vitakraft, etc). Também aceitamos comida em lata.

Pontos de recolha de alimentos:

Núcleo do Porto (com pontos também em Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Leça da Palmeira, Maia, Rio Tinto e Ermesinde) - catarina.almeida@animaisderua.org

Núcleo de Lisboa (com pontos também em Sintra, Almada e Alverca) - ana.rois@animaisderua.org

Núcleo de Lagos - carina.soares@animaisderua.org

Associações que realizam CED em parceria com a Animais de Rua:
Associação dos Amigos dos Animais de Chaves - aaachaves@hotmail.com
Grupo Animais das Nossas Vidas, de Guimarães - animaisdasnossasvidas@gmail.com

Agradecemos muito a divulgação deste apelo, uma vez que estamos sem ração nenhuma para distribuir e vários casos de animais a precisar com urgência de alimento.

Obrigado!
Fonte: Sentado nas Nuvens

terça-feira, 23 de março de 2010

7 passarinhos a voar


Ontem, ao chegar a casa, dirigi-me à varanda.
Tinha um feeling de que algo de desastroso poderia ter sucedido.
E assim foi.
O caos estava espalhado pela varanda.
A gaiola viveiro onde tinha 7 exemplares de aves exóticas estava no chão.
Aberta e sem as ditas aves!
Claro que a responsável daquilo tudo era a pequena grande felina.
Mas ao deparar-me com aquela cena, e antes de sentir desgosto pelos pássaros, saltou-me o coração, ao pensar que a gata também poderia ter ido varanda abaixo e ter sido uma gata voadora.
Felizmente, no meio daquilo tudo, a bichana estava a dormir tranquila no quarto.
Sabia que, mais cedo, ou mais tarde, algo do género poderia acontecer.
Afinal, gatos são gatos. E tudo o que mexe,  para eles, é caça.
Eu é que me esqueci que a gatinha passou a ser gatona e que o peso dela, em cima da gaiola, não seria suportado.
Perdi assim, estupidamente, 7 avezinhas, que com certeza, não sobreviveram mais do que algumas horas em liberdade.
Até acordei de noite com o piar delas!!
Valeu-me esse consolo, de que, por alguns momentos, elas deram asas.
Agora, ainda tenho de ter cuidado com os peixes, a tartaruga e a hamster!
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