Ele tem o dom de nos elevar ao Céu, de nos trazer um vislumbre da eternidade, nos livros e textos que escreve.
Ele é um escritor tipo contemplativo e talvez por isso eu gostar de o ler, por me identificar muito com ele.
Só que ele consegue ir mais além. Ou pelo menos, consegue colocar em palavras, coisas que muitas vezes eu não consigo definir.
E ele o consegue.
O último livro que li dele tem por título "Seis Horas de Uma Sexta-Feira".
Li-o como um devocional.
Cada capítulo era saboreado, com o desejo de continuar logo com o seguinte.
A maneira como ele passa em palavras aquelas seis horas da Sexta Feira da crucificação e a projecção que tudo isso teve por toda a eternidade, são ... sem palavras!
Só lendo.
Aconselho por isso a leitura deste pequeno grande livro.
Mas dei-me ao trabalho de transcrever um dos últimos capítulos, alterando apenas para o português de Portugal.
É longo e por isso, não o postei neste blogue, mas sim, no meu outro lugar, mais reservado e contemplativo.
Se alguém estiver na disposição de "perder" alguns minutos do seu precioso tempo para o ler, convido a ir então a clicar no título abaixo.
Acho que não se vão arrepender.
