Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Além das palavras

Quando falares sobre amor, finje nada conheceres, para absorveres cada frase que brote do teu coração.

Quando falares sobre a dor, deixa abertas as janelas da alma para compreenderes que amor e  dor são tão parecidos, que até os confundimos ao vê-los bem de perto.

Quando falares sobre a paz, fá-lo no rumor da guerra, para seres ouvido na mais alta voz.

Quando falares sobre sonhos, acorda, para vivê-los na melhor lucidez do teu dia.

Quando falares de amizade, estende a mão aos teus inimigos, para que possas provar a ti mesmo aquilo que gostas de dizer aos outros.

Quando falares de fome, faz um minuto de jejum, para te lembrares daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer…

Quando falares de frio, abraça alguém. Quando falares de calor, estende a mão. Quando estenderes a mão, sustenta o braço para que perdure.

Quando falares de felicidade, acredita nela. Quando falares de fé, cerra os olhos para encontrares a razão daquilo em que crês. Quando falares de Deus, faz pelo silêncio do teu testemunho.

Quando falares de ti mesmo, aprende a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos …

Quando falares, cuida para que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio.

Autor Desconhecido

Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010

A arte do desapego

 
Pratica o desapego.
É preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém joga nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembra-te de que houve uma época em que podias viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na tua vida.
Fecha a porta, muda o disco, limpa a casa, sacode a poeira.
Fernando Pessoa

Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010

Cat Café

Quero um Café assim ... acho que descobri o negócio da minha vida! :D
Só mesmo no Japão!

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