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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A Catedral Suíça

Estava o senhor William Stidger desfrutando da bela visão dos Alpes suíços, que lhe proporcionava o hotel onde se hospedara. O monótono sossego foi quebrado pelo retumbante toque de um sino. Ao questionar donde vinha aquele eco, o proprietário do refinado hotel mostrou-lhe o campanário e a igreja erguida sobre majestosos e distantes penhascos. O entardecer se tornava em escurecer e chamava a atenção que não havia luzes no interior da conspícua catedral.

Se eles pretendem ter um culto religioso, por que não há luzes na igreja? Interpelou o cavalheiro Stidger, ao que prontamente lhe respondeu o dono do hotel: Em poucos minutos o senhor verá o povo subindo para o culto, levando cada um a sua luz. O benfeitor que fez os generosos donativos para a construção do santuário, o fez na condição de que nunca houvesse luz artificial no templo.Virou um costume então, de que todos levem consigo quando vão ao culto divino uma vela acesa.

Não tardou a que Stidger visse as luzinhas vacilantes pelo caminho acima, em direção aos Alpes. Gente de todas as direções ia ziguezagueando rumo à casa de culto. A principio havia apenas uma débil luzinha; depois, o prédio tornou-se cada vez mais iluminado, até que, finalmente, a luz irradiava através dos vitrais coloridos, e todo o edifício resplandecia.

Poderia haver melhor ilustração para o povo de Deus? Homens e mulheres iluminando todo este escuro mundo! As trevas cobrem a terra; é densa a escuridão dos povos, mas os cristãos precisam ser luzes nas trevas. E, à medida que, um a um, caminhamos pelo mundo, devemos encher toda a terra com a luz do evangelho de Cristo.

Vocês são a luz do mundo. Uma cidade construída no topo de um monte, toda a gente a vê. Não se acende um candeeiro para o pôr dentro do armário. Não ocultem a vossa luz; deixem que ela brilhe diante de todos. 
Mateus 5:14-15

4 comentários:

RosaMaria disse...

Oi Vilma

Boa noite

Recebi esse texto por email.

Espero que você goste.

Beijos


Um pastor protestante, depois de constituir família, não tinha mais tranquilidade para orar. Certa noite, ao ajoelhar-se, foi perturbado pela brincadeira das crianças na sala.
“Manda os meninos ficarem quietos!” gritou.

Assustada, a mulher obedeceu. Desde então, sempre que o pastor chegava em casa, todos ficavam em silêncio no momento da reza.
Mas sentia que Deus não o escutava mais.

Uma noite, no meio da prece, perguntou ao Senhor: “o que esta’ havendo? Tenho a paz necessária, e não consigo orar!”
E um anjo respondeu:
“Ele escuta palavras, mas não escuta mais os risos. Ele nota a devoção, mas não vê mais a alegria”.

O pastor levantou-se, e de novo gritou para a mulher:
” Manda as crianças brincarem! Elas fazem parte da reza!”

E suas palavras tornaram a ser ouvidas por Deus.

Avozinha disse...

Essa história da luz na igreja ainda funciona melhor, se cada crente levar a sua luz de novo para a rua, para casa, para o trabalho!

Vilma disse...

Rosa:
Muito bonita a história!
A alegria é fundamental pois a alegria de Deus é a nossa força! E que melhor coisas, que o riso das crianças para reflectir alegria?

Beijinhos!
DTA

Vilma disse...

Avozinha:
sim, sem dúvida.
Podemos tirar várias lições desta história.

As paredes de um templo também não constituem a Igreja de Cristo, e sim, cada um de nós, seguidores de Cristo, parte do Seu corpo vivo.
Somos a Sua Luz neste mundo!
Um beijinho!

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