Comi peixe cru e algas pela primeira vez.
E gostei!
Acho que fiquei fã!
Nota: A vida também é feita de coisas tolas!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Tolices II
Chego ao trabalho hoje e vejo um pacote enorme em cima da minha secretária, da SEUR.
Eu esperava uma encomenda, feita pelo meu marido, a ser entregue no meu trabalho: uma máquina de barbear!
Mas pelo tamanho do pacote pensei mesmo que em vez disso, o meu marido tinha encomendado uma máquina de cortar relva!!!
Sei lá!!
Eu esperava uma encomenda, feita pelo meu marido, a ser entregue no meu trabalho: uma máquina de barbear!
Mas pelo tamanho do pacote pensei mesmo que em vez disso, o meu marido tinha encomendado uma máquina de cortar relva!!!
Sei lá!!
Tolices I
Estou em pulgas!
Amanhã começa a 5ª. temporada da série da qual estou viciada:
Anatomia de Grey!!!!
21 horas!
Fox Life!
:)))
Amanhã começa a 5ª. temporada da série da qual estou viciada:
Anatomia de Grey!!!!
21 horas!
Fox Life!
:)))
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Saber aceitar-se
É necessário amar a mim mesma, para poder amar o meu próximo.
Preciso de me perdoar, para perdoar o outro.
Ser compassiva e misericordiosa comigo mesma, para usar de compaixão para com os outros.
Tudo começa dentro de mim mesma, para projectar em direcção aos outros.
Quando usar de todo o bem comigo, usarei para com os outros.
Preciso de me perdoar, para perdoar o outro.
Ser compassiva e misericordiosa comigo mesma, para usar de compaixão para com os outros.
Tudo começa dentro de mim mesma, para projectar em direcção aos outros.
Quando usar de todo o bem comigo, usarei para com os outros.
Nem sempre o mal ou os errados são os outros.
Muitas vezes, está em nós.
A mágoa, o ressentimento, a baixa auto-estima que sentimos, é como uma erva daninha, que acaba por alcançar e magoar quem nos rodeia, só nos fazendo ver os outros, conforme nos vemos a nós próprios.
Jesus disse para que assim como gostaríamos que nos tratassem, assim devemos tratar os outros. Ele falou no sentido de fazermos o bem.
Então, será que muitas vezes, ao nos tratarmos a nós mesmos tão mal, não estaremos a tratar de igual modo o nosso próximo?
É em nós que tudo começa.
Do que estiver cheio o nosso coração e mente, assim serão as palavras que sairão dos nossos lábios e pensamentos.
Muitas vezes, está em nós.
A mágoa, o ressentimento, a baixa auto-estima que sentimos, é como uma erva daninha, que acaba por alcançar e magoar quem nos rodeia, só nos fazendo ver os outros, conforme nos vemos a nós próprios.
Jesus disse para que assim como gostaríamos que nos tratassem, assim devemos tratar os outros. Ele falou no sentido de fazermos o bem.
Então, será que muitas vezes, ao nos tratarmos a nós mesmos tão mal, não estaremos a tratar de igual modo o nosso próximo?
É em nós que tudo começa.
Do que estiver cheio o nosso coração e mente, assim serão as palavras que sairão dos nossos lábios e pensamentos.
Assim como as nossas atitudes.
Quando somos benignos connosco mesmo e com os nossos fracassos, seremos também mais compreensivos e graciosos para com os outros.
A aceitação deve começar em nós.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Pássaro Arquitecto
Dentre as várias aves exóticas que tenho numa gaiola viveiro, um casal de Diamantes Mandarins fazem parte.
Já tenho tido vários ao longo dos últimos 15 anos.
Alguns procriaram (são muito prolíferos) e sempre correu tudo bem.
Depois de observar o casal nas suas manifestações calorosas de acasalamento, resolvi colocar ninhos para este casal tão fogoso.
Só que fiquei deveras surpresa:
Este macho Diamante Mandarim ou é muito à frente e julga-se um Gaudi das aves, ou então, a formação técnica dele tem defeito.
É que ele em vez de fazer o ninho por dentro, como é o normal, ele fez o ninho por cima do ninho, ou seja, no telhado!
A fêmea que pelos vistos, não é daquelas muito exigentes ou esquisitas, adorou a ideia, e instalou-se no dito ninho.
Acontece que sempre que põe um ovo ... o mesmo cai ao chão, partindo-se.
Ora bem, até admiro a criatividade do passarinho.
Mas como lhe posso fornecer uma ficha técnica para o fazer entender que o ninho é para ser elaborado DENTRO??
Em que Universidade se terá ele formado?
Já tenho tido vários ao longo dos últimos 15 anos.
Alguns procriaram (são muito prolíferos) e sempre correu tudo bem.
Depois de observar o casal nas suas manifestações calorosas de acasalamento, resolvi colocar ninhos para este casal tão fogoso.
Só que fiquei deveras surpresa:
Este macho Diamante Mandarim ou é muito à frente e julga-se um Gaudi das aves, ou então, a formação técnica dele tem defeito.
É que ele em vez de fazer o ninho por dentro, como é o normal, ele fez o ninho por cima do ninho, ou seja, no telhado!
A fêmea que pelos vistos, não é daquelas muito exigentes ou esquisitas, adorou a ideia, e instalou-se no dito ninho.
Acontece que sempre que põe um ovo ... o mesmo cai ao chão, partindo-se.
Ora bem, até admiro a criatividade do passarinho.
Mas como lhe posso fornecer uma ficha técnica para o fazer entender que o ninho é para ser elaborado DENTRO??
Em que Universidade se terá ele formado?
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Água na boca e sono
Isto de almoçar uma bela feijoada à transmontana, numa sexta feira, só devia ser permitido, caso tivesse a tarde livre!
Primeiro, ao ver a bela feijoada, fico com água na boca.
Depois de a comer, fico com a vista pesada.
Não devia ser permitido!
Não devia mesmo....! :D
Teologia Popular
Quando vinha a conduzir, aproximo-me da traseira de um camião.
Reparo numa frase, escrita à mão.
Leio-a e solto um sorriso.
Na simplicidade e humor da afirmação, a profundeza da teologia simples e profunda.
Vou com Deus e volto com Deus.
Se não voltar, estou com Ele.
O descanso de saber que está sempre com Ele!
É preciso mais?
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Adoptar II
Na sequência do tema desta semana sobre a adopção, vou republicar um texto que escrevi em Janeiro deste ano.
Foi ela quem me adoptou!
Desde que adoptei a minha filha, que uma das coisas que de certa forma me afligia, era a reacção dela quando soubesse.
Sempre achei que teria facilidade em lhe contar, até que desde cedo, quando começaram a surgir as primeiras questões, que o meu coração se contraía em procurar dar-lhe uma resposta honesta e de acordo com a idade dela.
Procurei sempre dar-lhe respostas de acordo com a idade e entendimento dela.
Quando pela 1ª. vez me perguntou se ela tinha bebido leite das minhas maminhas, senti um baque forte.
Respondi na altura que não, que tinha bebido leite do biberon, que eu nunca tinha tido leite, sem adiantar muito mais.
Depois, quando surgiu a questão se ela tinha nascido da minha barriga, outro baque.
Eu erguia os meus olhos pra cima e dizia:
- Meu Deus, tão cedo estas questões! Ajuda-me!
Não estava preparada ainda.
E respondia-lhe que ela tinha nascido do desejo do meu coração.
Entendi que a minha filha deveria saber desde sempre a verdade, apesar de algumas pessoas discordarem de mim. Mas percebi que me custava falar-lhe.
Não concordo em andar a mentir durantes anos, para depois sentar a minha filha com 7, 8 ou 9 anos ou mais velha ainda, para lhe dizer que é filha adoptiva.
As crianças gostam e precisam que sejamos verdadeiros com elas, para ganharem confiança nos pais e nelas próprias.
Quero que a minha filha responda que sempre soube que é filha adoptiva.
No entanto, o meu coração de mãe várias vezes se apertava com tudo isto, pelo facto de a amar tanto e recear o que o seu coraçãozinho poderia sentir.
À uns meses atrás, ela falava de um amiguinho seu que tinha nascido nos Açores.
Na continuação da conversa, disse-lhe que ela tinha nascido na Maternidade.
E ela responde:
- Não, mamã, eu nasci do teu coração!
Então, percebi que aquele era o momento para contar tudo com mais detalhe.
Expliquei-lhe com mais pormenor tudo.
De uma maneira informal, enquanto caminhávamos, contei-lhe como as coisas se tinham passado.
Respondi-lhe depois a todas as questões que ela me colocava.
Naquele momento, sentia como se as respostas me surgissem como que sussurradas.
Depois de todas as dúvidas esclarecidas, no fim da nossa conversa ela vira-se para mim e diz-me:
- Mamã, tu és linda! Com o sorriso mais lindo que ela faz!
Então, todos os meus receios ou dúvidas que eu sentia de que a pudesse magoar ou estar errada em ser tão verdadeira com ela, caíram por terra!
As lágrimas soltaram-se, como uma expressão da minha alegria, por me sentir tão abençoada por aquela filha linda que Deus me deu e por tudo aquilo que através dela, eu aprendo.
Tive a certeza de que optei pelo melhor caminho: a verdade, com muito amor!
Sempre achei que teria facilidade em lhe contar, até que desde cedo, quando começaram a surgir as primeiras questões, que o meu coração se contraía em procurar dar-lhe uma resposta honesta e de acordo com a idade dela.
Procurei sempre dar-lhe respostas de acordo com a idade e entendimento dela.
Quando pela 1ª. vez me perguntou se ela tinha bebido leite das minhas maminhas, senti um baque forte.
Respondi na altura que não, que tinha bebido leite do biberon, que eu nunca tinha tido leite, sem adiantar muito mais.
Depois, quando surgiu a questão se ela tinha nascido da minha barriga, outro baque.
Eu erguia os meus olhos pra cima e dizia:
- Meu Deus, tão cedo estas questões! Ajuda-me!
Não estava preparada ainda.
E respondia-lhe que ela tinha nascido do desejo do meu coração.
Entendi que a minha filha deveria saber desde sempre a verdade, apesar de algumas pessoas discordarem de mim. Mas percebi que me custava falar-lhe.
Não concordo em andar a mentir durantes anos, para depois sentar a minha filha com 7, 8 ou 9 anos ou mais velha ainda, para lhe dizer que é filha adoptiva.
As crianças gostam e precisam que sejamos verdadeiros com elas, para ganharem confiança nos pais e nelas próprias.
Quero que a minha filha responda que sempre soube que é filha adoptiva.
No entanto, o meu coração de mãe várias vezes se apertava com tudo isto, pelo facto de a amar tanto e recear o que o seu coraçãozinho poderia sentir.
À uns meses atrás, ela falava de um amiguinho seu que tinha nascido nos Açores.
Na continuação da conversa, disse-lhe que ela tinha nascido na Maternidade.
E ela responde:
- Não, mamã, eu nasci do teu coração!
Então, percebi que aquele era o momento para contar tudo com mais detalhe.
Expliquei-lhe com mais pormenor tudo.
De uma maneira informal, enquanto caminhávamos, contei-lhe como as coisas se tinham passado.
Respondi-lhe depois a todas as questões que ela me colocava.
Naquele momento, sentia como se as respostas me surgissem como que sussurradas.
Depois de todas as dúvidas esclarecidas, no fim da nossa conversa ela vira-se para mim e diz-me:
- Mamã, tu és linda! Com o sorriso mais lindo que ela faz!
Então, todos os meus receios ou dúvidas que eu sentia de que a pudesse magoar ou estar errada em ser tão verdadeira com ela, caíram por terra!
As lágrimas soltaram-se, como uma expressão da minha alegria, por me sentir tão abençoada por aquela filha linda que Deus me deu e por tudo aquilo que através dela, eu aprendo.
Tive a certeza de que optei pelo melhor caminho: a verdade, com muito amor!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Adoptar: um acto de nobreza?
Na sequência da blogagem colectiva sobre a adopção, senti no meu coração escrever algo sobre a adopção.
Tenho muitos textos bonitos no meu blogue sobre o que tenho vivido e experimentado com a adopção, no entanto, em relação ao Desafio lançado pela Georgia sobre Adopção Um Acto de Nobreza, eu gostaria de dizer o seguinte:
Sou mãe adoptiva.
Desejei e esperei pela minha filha 4 anos e meio, desde que me inscrevi na adopção.
Amei-a antes de a conhecer, tal como uma mãe biológica ama e deseja o seu filho no ventre.
Passei pelas mesmas dúvidas e receios.
Adoptei-a como minha filha e nada neste mundo pode mudar isso.
Mas pergunto: Foi isso um acto de nobreza?
Não vejo nisso um acto nobre.
Não é um acto mais nobre adoptar um filho que concebê-lo!
Para ser um acto de nobreza, precisaria de ter ido muito mais além.
Adoptar como filho uma criança saudável, linda, meiga, fácil de ser amada e que vem satisfazer o desejo materno, não é nobre.
É apenas natural!
Nobre, é adoptar uma criança portadora de deficiências físicas, sejam elas motoras ou mentais.
Nobre, é adoptar uma criança difícil de ser amada, porque a vida já a marcou muito e dentro dela estão todas a mágoas, revoltas e dores, frutos da rejeição a que foi sujeita.
Nobre, é adoptar uma criança, independentemente da sua raça, côr ou idade.
Nobre, é quando se tem um ou mais filhos biológicos e escolhe-se amar uma criança e fazê-la parte da família, ainda que não seja sua carne.
Nobre, é optar por adoptar um filho, em vez de se submeter a tratamentos caros para satisfazer o nosso desejo de ver o ventre crescer.
Isso sim, é um acto de nobreza.
Sei que a lei não ajuda e nem facilita os processos de adopção.
Dizem que é para pensar nas crianças.
Mas não.
Nenhuma criança deveria esperar tanto tempo para ter direito a um lar, a uma família que a ame.
Nem sempre o laço de sangue é a melhor opção.
O amor, esse sim, é o laço maior.
O meu gesto não foi um acto de nobreza.
Eu precisaria de ter ido mais além.
Além do meu comodismo, além das barreiras e dificuldades que coloco a mim mesma.
Aí eu consideraria que ter adoptado, seria um gesto de nobreza!
Aí sim, poderíamos ver descer o número de crianças por adoptar.
Isso é ser nobre.
Isso é ser audaz!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Hoje
poderia escrever mil e umas coisas bonitas para a minha filha.
Podia sim.
Até porque gosto de me expressar através das palavras.
Mas, o coração transborda de tanta alegria, que apenas escrevo a primeira coisa que me saltou dos lábios, quando a acordei:
- Obrigada querido Deus, por a teres trazido até nós!
Por a teres preservado para nós.
Por teres confiado a sua vida a nós.
Obrigada!
Para ela, esta música que cantamos tantas vezes juntas.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Libertar a alegria
Sempre que vou ao culto dominical, uma das coisas que faço, é avisar a minha filha para se comportar e evitar de andar a correr dentro do salão e a fazer barulho.
Quando está sozinha, ela fica sossegada, mas na companhia de outras crianças, é difícil de a conter.
E ela já me tem dito: ó mãe, eu faço isso porque estou feliz de estar com as minhas amiguinhas. Afinal, não estamos na Casa do Pai Celestial?
Eu calo-me.
Para ela é mais que natural manifestar a alegria que sente dessa maneira.
Da boca das crianças, sai o espontâneo e verdadeiro louvor!
Quando ela me diz esse tipo de coisas, vem logo ao meu pensamento uma passagem bíblica que gosto muito: David dançando diante da Arca da Aliança, manifestando a sua alegria e louvando a Deus com todo o seu coração. (Clicar aqui para ler a passagem em 2 Samuel 6)
Mical, sua esposa, criticou-o pelo seu comportamento, ao dançar de maneira tão entusiasmada. Disse que ele fez uma triste figura.
David no entanto, respondeu que o fez pela alegria que tinha dentro de si e o desejo de louvar Deus e que teria de ser manifestada. Era impossível conter a alegria!
É certo que é necessário educar a minha filha, ensinando-a a saber comportar-se e a ter modos.
Mas reparo que muitas vezes os cristãos são tristes e pouco entusiasmados no seu louvor a Deus.
Existe muito a ideia de que durante o culto ao Senhor, tudo tem de decorrer com decoro, agir de maneira certa e responsável.
Tudo se faz de maneira solene e ordenada.
Perde-se o entusiasmo e a espontaneidade. A alegria!
David era um homem com emoções profundas.
Ele soube tanto regozijar-se, como a manifestar a sua tristeza em dias mais escuros.
Ele não abafava as suas emoções.
E como seres humanos que somos, a emoção faz parte de nós.
Aprendemos a ser contidos e a não nos expressarmos. E isso reflecte-se também no nosso relacionamento com Deus.
Eu creio que Deus sente prazer quando cantamos, quando rimos, quando dançamos, quando corremos.
Quando o fazemos em prazer de genuína alegria e louvor a Deus!
Em quem Ele é, no que Ele fez por nós e também no dom que Ele deu a cada ser humano.
A nossa fé Nele deveria ser manifestada assim!
Como seus filhos, o nosso encontro semanal deveria ser assim.
Então porque não manifestar isso?
Libertar-nos em louvor e adoração a Ele é também manifestar a alegria uns aos outros.
Não deixemos que as Mical desmancha prazeres da liberdade e alegria nos roubem a espontaneidade.
Aproveito que é fim de semana e deixo outro vídeo para assistir com calma e reflectir sobre o que te motiva a ir à Igreja: o ritual ou o coração? A culpa ou a liberdade em Cristo?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Onde não Estás?

Muitos perguntam: Onde está Deus?
Eu pergunto: Onde Deus não está?
Onde poderia eu ir, fora do alcance do teu Espírito? Onde poderia eu pôr-me que tu não me visses?
Se subir até aos céus, tu aí estás. Se descer ao lugar dos mortos para aí descansar no sono da morte , também aí estás.
Se cavalgar nas brisas matinais, fugindo para além do mar, sempre a tua mão continua a guiar-me, e o teu poder a dar-me forças!
Se eu disser: No profundo das trevas estarei perfeitamente escondido, a luz da presença de Deus é como um dia claro à minha volta!
Não seriam as trevas que me haviam de separar de Deus. A sua luz é a mesma de dia e de noite. Para o Senhor escuridão e luz são a mesma coisa!
Tempestades da Vida
Deus não prometeu que nos livraria das tempestades.
Ele prometeu estar connosco e ajudar-nos a atravessá-las.
Pára um pouco por 10 minutos e assiste a este vídeo do pastor Rob Bell.
Tirei do blogue do Thiago Mendanha
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Linguagem canina
Estou a ajudar a minha filha nos trabalhos de casa.
Ela tinha de ligar determinadas imagens aos ditongos correctos.
Na imagem do cão, o ditongo que correspondia era o au, que correspondia ao ladrar: au au!
Observação dela imediata:
- Não mãe, essa não é a linguagem dos cães das quintas. Os cães das quintas ladram ão, ão! E este é um cão de quinta. Eu já aprendi a linguagem canina!
Ora bem, o que eles já aprendem nas escolas! Lol
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Momentos para guardar
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