Este blogue não adoPtou o novo acordo ortográfico.

domingo, 31 de março de 2013

O meu Redentor Vive! Eu sei!




Quem ensinou o sol onde se levantar pela manhã?
E quem disse para o oceano "você só pode vir até aqui?"
Quem mostrou a lua para onde ir a noite?
Quem que com apenas palavras pode pegar uma estrela?

*coro:
Bem eu sei que o meu Redentor Vive!
Eu sei que o meu Redentor vive!
Toda a criação testemunha
A vida dentro de mim grita
Eu sei o meu Redentor vive!

ye-e-eah
O mesmo Deus
que coloca tudo em órbita
Ele corre ao cansado, desgastado e fraco
E as mesmas mãos suaves que me seguram quando estou quebrada
Elas venceram a morte para me dar vitória

Agora eu sei meu Redentor vive!
Eu sei meu Redentor Vive!
Deixe toda a criação testemunhar
Deixa a minha vida gritar
Eu sei,
O meu Redentor,

Ele vive!
Perdoou os meus pecados
e Ele vive
Para sempre eu vou proclamar
E o pagamento para me salvar
Foi a sua preciosa vida que Ele deu
Mas agora Ele está vivo!
A sepultura está
vazia!

Agora eu sei
O meu Redentor vive!
Eu sei
O meu Redentor Vive!
Deixe toda a criação testemunhar
Deixa a minha vida gritar
Eu sei, o meu Redentor,

Eu sei
O meu Redentor vive
Eu sei  o meu Redentor vive
Eu sei o meu Redentor vive
Ele vive
Ele vive
Eu falei com Ele essa manhã!
Ele vive
Vamos contar a todos!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Voltei, voltei! Ainda agora estava em França e agora já estou cá!


A propósito do Sócrates como comentador da RTP,  achei engraçado este vídeo que roubei do blogue da Helena Sacadura Cabral.
Não sei se é caso para rir ou chorar, mas há pessoas que têm tanta lata e tão pouca vergonha, que até me fazem rir.
Voltei, voltei !
Ele há coisas...!

quinta-feira, 21 de março de 2013

A cruz vem antes do nada



Portanto...
Toque no que você queira, mas não toque no significado da Cruz!
A Cruz não é um dogma.
A Cruz é a fé revelada.
A Cruz é o mistério que nos foi dado a conhecer como misteriosa e indiscernível revelação.

Toda a  fé sem a Cruz é crença ... É apenas crucificação... É a Cruz que dá sentido a tudo.

Afinal, quando se diz que o Cordeiro de Deus foi imolado antes da criação de qualquer coisa, ente, mundo ou realidade, se afirma que o Cordeiro — que é Deus de Deus em Deus e para Deus — imolou-se por tudo o que seria criado; pois, sem a liberdade em todos os níveis que se deriva do Cordeiro, o que se criava não existiria com todas as alternativas do existir; e, portanto, não seria criado aberto a todas as possibilidades da liberdade, fosse a fortuita; ou seja a liberdade exercida como consciência, certo ou errado. Assim, no Cordeiro em Quem todas as coisas foram criadas, tudo já o foi sob o signo do Perdão e da Redenção de tudo o que pudesse sair do caminho original da criação que é amor. 

 É da Cruz que procede toda explosão original que deu início a este e a todos os universos possíveis!

Caio Fábio

quarta-feira, 20 de março de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Rita e Manecas


No Sábado passado, em Borba, a minha terra natal, numa iniciativa para ajudar a Liga Portuguesa Contra o Cancro, um grupo de amadores organizou um espectáculo de beneficência, para cantarem Melodias de Sempre.
Entre eles, o meu pai e a minha tia (irmã do meu pai) cantaram este tesourinho, 52 anos após a primeira vez que o cantaram: Rita e Manecas!
Partilho aqui este lindo momento do meu Manelito e da minha tia Geninha.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Koinonia



Há dias em que acordo e sinto-me frágil.
Nem tenho razão ou motivos aparentes para me sentir assim, até pelo contrário.
Mas algo aperta o meu peito, deixando-me com uma sensação de angustia, como se algo de ruim fosse suceder.
Depois vem uma enxurrada de pensamentos e coisas à cabeça, acumulando ainda mais esse peso.
E percebo como é bom encontrar a força, a direcção e a luz na Palavra de Deus, nas Suas promessas.
Deus é fiel e é voltando-me para Ele  que esse peso pode ser aliviado em mim.

Entendo também como frequentar uma comunidade cristã me ajuda.
Quando nos juntamos, vamos com um propósito: Adorar Cristo, que consegue unir pessoas de todas as classes sociais,  línguas, idades e  temperamentos diferentes.
Vamos para nos doar a Ele e uns aos outros.
Nas nossas diferenças e imperfeições, somos um só com Ele.
Ouvimos aquela oração feita por outro e que vai ao encontro do nosso coração.
Ou aquele cântico que expressa o nosso sentir.
Damos uma palavra de conforto a quem precisa.
Rimo-nos ou comovemos-nos com as crianças ou um testemunho de alguém.
A nossa fé é fortalecida e conhecemos um pouco mais sobre nós e Deus.
Há sempre algo que recebemos e damos, num encontro com os nossos irmãos, em comunhão.
Não é possível crescer em fé e conhecimento sobre Deus, sem a koinonia.
É assim que, ao amar o outro, amamos a Deus.
E isso faz bem à nossa alma. 

Aproveito para partilhar um pequeno vídeo, elaborado por irmãos queridos da  Segunda Igreja Baptista de Lisboa, na Lapa.
Como diz o pastor Tiago Cavaco:
- Venham à Igreja sem medos! Até porque quem não está convencido, de pouco serve a ela.

Nota:

Koinonia -  Palavra grega que  significa “um relacionamento íntimo e estreito que as pessoas aceitam entre si”.
Koinonia é uma “associação com uma pessoa, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência; relacionamento que envolve propósitos e actividades comuns; parceria”.
Koinonia - Comunhão 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Bateria espiritual


Na nossa sociedade actual, com facilidade recebemos sinais e avisos dos nossos aparelhos, quando eles precisam de nova carga ou reparação.
Quando o telemóvel está com a bateria fraca, recebemos o aviso e colocamos a carregar; se o depósito de gasolina estiver na reserva, a luz começa a piscar e temos de nos dirigir ao posto de gasolina mais próximo para o reabastecer. Com outro tipo de aparelhos sucede  o mesmo. Sabemos que não podemos negligenciar esses avisos.

Com o nosso corpo sucede o mesmo. Ele envia sinais quando algo não está bem. E tantas vezes, ao invés de tratar a causa da dor, remediamos apenas.  Até que mais tarde o problema real acaba por se manifestar.
Mas será que também estamos sensíveis às nossas baterias espirituais?
No conforto fácil da sociedade de consumo em que vivemos, podemos pensar que está tudo bem espiritualmente, quando, muitas vezes, as nossas baterias estão fracas, senão vazias.
E também recebemos sinais.

Jesus ensinou-nos que é no Amor que mostramos que somos seus discípulos.
O Amor é uma das maiores evidências de que Ele habita em nós e que em tudo Lhe obedecemos.
Como está a bateria do nosso Amor?
Vamos com regularidade à Sua presença abastecer-nos? Permanecemos dia após dia Nele?
Ou será que, com facilidade nos irritamos, pensamos mal dos outros, dizemos palavras que ofendem, falta-nos a paciência, a alegria, a paz?
Isso são alguns dos sinais de que a nossa bateria espiritual está a ficar com o nível fraco.
Até mesmo nas nossas agendas de serviço a Deus, o Amor pode não estar presente.
Jesus falou a uma Igreja, em Éfeso (Apocalipse 2:2,3). Elogiou-a pela forma como era fiel à doutrina, como eram perseverantes e enérgicos no serviço a Deus. Não permitiam falsidades e pareciam eficientes. Mas Jesus tinha um problema a apontar nesta Igreja: tinham deixado o primeiro amor!
Nada é mais frio do que uma igreja que não ama, do que um cristão que serve sem o amor.
Sem o amor presente, a bateria espiritual esvazia.

Paulo ensina-nos na carta aos Coríntios o que é mais importante:


Mas deixem-me mostrar-vos o caminho mais excelente! 
Ainda que eu falasse as línguas dos homens ou até mesmo dos anjos, mas não fosse capaz de amar os outros, não seria mais do que um instrumento de fazer barulho. 
Se eu tivesse o dom de falar em nome de Deus, e se soubesse os mistérios do futuro e se conhecesse tudo acerca de tudo, mas não amasse os outros, de que me serviria isso? E até mesmo que tivesse fé de forma a poder falar a uma montanha e fazê-la deslocar-se, isso não teria valor algum sem o amor.  Ainda que desse tudo aos pobres, ainda que deixasse que me queimassem vivo, mas se não amasse os outros, eu não teria nenhum valor. 
O amor é paciente e bondoso. Não é invejoso, nem orgulhoso; não é arrogante, nem grosseiro. 
O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço e dificilmente suspeita do mal que os outros lhe possam fazer. 
Nunca fica satisfeito com a injustiça, mas alegra-se com a verdade.  O amor nunca desiste, nunca perde a fé, tem sempre esperança e persevera em todas as circunstâncias.

Nunca esquecer ...

sexta-feira, 8 de março de 2013

A uma Mulher da minha vida

Pintura por Diego Simancas
Esta semana perdi uma mulher muito especial e importante para mim.
E hoje, porque é o dia em que nos lembramos em como as mulheres da nossa vida são importantes todos os dias, dedicarei este post a ela, pois eu iria escrever sobre ela, de qualquer maneira.

Como já tenho partilhado aqui no blogue, Deus tem colocado mulheres maravilhosas no meu caminho.
Todas elas com as suas particularidades, virtudes e defeitos. 
Contribuindo para me ajudar a viver, a crescer e  a ser a pessoa que sou.

A minha tia Júlia foi uma dessas mulheres.
Toda a minha infância e juventude foram marcadas por ela.
Foi com ela que vivi os maiores sonhos que uma criança pode viver!
Ela mesmo era uma sonhadora. Mas daquelas que coloca os sonhos em acção.

Ela dava tudo de si mesma para fazer os outros felizes. 
A mim, marcou-me muito.
Pela sua forte personalidade, mas também pela sua sensibilidade e fragilidade.
Pela sua fé, pelo amor que tinha pelos outros, pela maneira como se entregava.
Pela sua generosidade e alegria.

Nos últimos anos, devido a um grave acidente, parte do que ela era, esvaiu-se.
Eu já tinha alguma dificuldade em encontrar nela a tia que eu conhecia.
Mas ainda tinha a chama lá dentro.

Partiu.
Para mim e para os que a amávamos, pensamos que foi cedo.
Porque vemos as coisas de forma horizontal e limitada.
Mas para Deus, que vê as coisas de um outro plano, foi a hora certa.

Sei que a voltarei a ver. O sorriso dela não me sai da cabeça e é assim que ela deve estar.
Até lá, viverei na saudade e sabendo que ela deixa uma herança maravilhosa aqui na Terra.

Para a minha tia Júlia Gaspar Vinagre, uma mulher de força.

"Sou uma mulher madura, que às vezes brinca ao baloiço.
Sou uma criança insegura, que às vezes anda de salto alto."

Martha Medeiros

sexta-feira, 1 de março de 2013

A grande loucura dos sábios


Mas Deus mostra, dos céus, a sua ira contra todo o pecado e a injustiça dos homens, que impedem a revelação da verdade pela sua perversidade. 
Porque o que acerca de Deus se pode conhecer, eles sabem-no instintivamente. Deus manifesta-lhes essas coisas nas suas consciências. Desde a criação do mundo que os homens entendem e claramente vêem, através de tudo o que Deus fez, as suas qualidade invisíveis - o seu eterno poder e a sua natureza divina. Não terão, portanto, desculpa de não conhecer Deus.  Pois ainda que tendo conhecido Deus, não o adoraram como Deus e nem sequer lhe agradeceram todos os seus cuidados diários. Antes começaram a formar ideias absurdas. O resultado foi que as suas mentes insensatas se tornaram obscuras. 
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E então, em vez de adorarem o Deus glorioso e eterno, fizeram para si próprios ídolos com a forma de homens mortais, de aves, de quadrúpedes e de répteis. 
Por isso Deus os abandonou a si mesmos, deixando-os entregar-se a toda a espécie de perversões dos seus instintos, fazendo até as coisas mais indignas, com os corpos uns dos outros. 
Em vez de aceitarem a verdade de Deus, preferiram a mentira.
Honraram e serviram coisas que são criadas em vez do próprio Criador, que é louvado eternamente. 

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