quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
O que é isso do Amor?
Estava a ler o post da Joaníssima, sobre Isso do Amor, e resolvi responder com este vídeo, que me tocou bastante.
Isto é Amor!
As imagens falam por si.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Saber enfrentar os problemas
E se quando o problema chegar, ao invés de espernear, você acolhê-lo?
Não falo do acolhimento submisso e conformista, mas do tipo que se aquieta, aprende e cresce.
A maior parte da energia que gastamos diante da crise não ajuda, mas tem a ver com angústia, insatisfação, auto piedade, revolta , questionamentos; o que só piora a situação.
Diante do dia mau, acolha o problema, entenda-o, olhe para as raízes dele sabendo que nada acontece por acaso. Isso tem a ver com confiança.
É olhar para o que te angustia e dizer :“Não gostaria de estar passando por isso, nem sei a razão, mas já que estou, não vou lamentar, pelo contrário, vou me aquietar entendendo que aqui pode existir uma lição e atento ao problema, porém sem reclamar, aprender, consciente de que o dia mau terminá”.
E vai terminar.
Afinal de contas, no caminho para dias melhores, mais do que lamentos, auto-piedade ou inquietudes, vale a esperança de quem anda sabendo que até no dia mau podem se esconder presentes.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Desejo de eternidade
Não sei se por me estar a aproximar do meio século de idade, ultimamente dou por mim a fazer retrospectivas.
Umas vezes com alguma nostalgia, outras com um sorriso, mas experimentando um sentimento bom.
Percebo que o nosso passado é importante, para nos ensinar e direccionar ao futuro.
No entanto, não vivo dele, mas procuro aprender com ele para me ajudar a perceber na pessoa que aos poucos me vou tornando.
Uma das coisas que tenho pensado muito, é na minha busca espiritual e em como ela fez sempre parte de mim.
Talvez por viver no campo .. ou não ... talvez por ser algo que tenha sido colocado dentro do meu coração por Deus (pois é Ele quem coloca o desejo da eternidade dentro de nós), mas passava longos períodos fazendo muitas perguntas sobre a vida e a morte.
Recordo-me que a primeira vez que a morte me fez acordar para uma realidade brutal, foi com a perda da minha avó materna.
Lembro-me de me sentar na escadaria da casa onde morava, a pensar no que aquilo significava. Tinha uma cabeça de veado pendurada na parede, no cimo dessa escadaria, cujo olhar me seguia por todo o lado e passei a detestar essa cabeça, por me fazer recordar desse tempo. À noite, não conseguia dormir, só de pensar que nunca, nunca, nunca, nunca mais iria voltar a ver a minha avó.
E quando percebi que um dia isso iria suceder comigo também e com todos os que eu gostava, chorei a noite inteira.
Tinha pouco mais de 7 anos de idade.
Depois, eram os meus animais que morriam.
Olhar para aqueles corpinhos que antes tinham tido tanta vida, e depois, eram como trapos ... deixavam-me num imenso desgosto.
Eu não tinha qualquer conhecimento religioso, senão o tradicional. Ouvia falar em Deus, no tal menino Jesus que nascia em Dezembro e morria na Páscoa, para depois voltar a viver. Mas nada mais que isso.
Mas no meu íntimo, sabia que existia Alguém!
Perguntava-Lhe, na minha inocência infantil, porque Ele tinha criado tanta coisa bonita e nos tinha dado vida, para nos deixar morrer?! Não fazia sentido para mim, aquilo.
E fui crescendo, sempre em busca de algo ou alguma coisa que me trouxesse alguma resposta e paz ao meu coração angustiado.
Na minha pré-adolescência, como não havia internet´s e a televisão era muito limitada, gostava de passar a noite à janela do meu quarto, olhando para o céu cheio de estrelas (no campo a beleza do céu é fenomenal), a escutar o programa de rádio "Quando o telefone toca". Xiiiii...!
E enquanto ouvia as minhas canções favoritas, olhava para o céu, ficando maravilhada com tanta beleza e pensando na Pessoa que tinha criado tudo aquilo.
Depois, veio aquela fase dos Ovnis, em que tudo o que eu via a passar no céu de forma mais estranha, fazia-me logo pensar que era uma nave espacial.
Sonhava que um dia uma dessas naves haveria de me levar numa viagem para o planeta deles e que lá ninguém morreria, ninguém chorava ou sofria e tudo seria para sempre e sempre bom.
À medida que crescia e passava por todas as fases da adolescência e juventude, o meu desejo por buscar e encontrar Deus nunca desapareceu.
Lia tudo o que me podia ajudar nessa busca: reencarnação, espiritismo, meditação, karmas, etc. etc.
Nada disso fez clic!
Nada disso fez clic!
Nunca tinha pegado numa Bíblia, apesar da tradição católica.
Mais tarde, até comecei a ir à missa.
Cumpria um ritual, apenas.
Olhava para todos aqueles santos que me arrepiavam.
A única imagem que me tocava no coração era a de Jesus, sangrando numa cruz.
Não compreendia o porquê, a razão.
Mas aquilo mexia de algum modo dentro de mim.
Recordo-me da época da Páscoa, quando não haviam ainda coelhinhos e ovos.
Daqueles dizeres do povo. Havia um, sobre a Sexta Feira Santa, em que diziam que na hora em que Jesus teria morrido, o tempo parava, mas que ninguém daria por isso. E quem desse por isso, teria uma visão do paraíso.
Daqueles dizeres do povo. Havia um, sobre a Sexta Feira Santa, em que diziam que na hora em que Jesus teria morrido, o tempo parava, mas que ninguém daria por isso. E quem desse por isso, teria uma visão do paraíso.
E eu, durante vários anos, em cada Sexta Feira Santa, ficava muito atenta, para ver se dava pelo tempo parar e ter essa visão.
Mais velha e já namorando o meu marido, eu costumava confidenciar-lhe que não me sentia como que pertencendo a este mundo. Que achava que era de outro lugar! Ele brincava comigo, dizendo que era verdade, pois eu era uma extra-terrestre!
Muitas vezes ele também brincava comigo, pois com a minha mania de ajudar os mais fracos e de ser uma miúda pacata e que não gostava de conflitos, que eu mais parecia a Madre Teresa de Calcutá . E quando era alvo de algo injusto, sem ripostar, muitas vezes ele dizia-me se eu achava que era a versão feminina de Jesus Cristo para suportar determinadas coisas.
São coisas que eu olho para trás e vejo como cada uma delas me conduziu até hoje e ao Caminho que me conduziu a Deus.
Foram como peças de um puzzle que se foram encaixando através das pessoas, circunstâncias e escolhas que me foram colocadas dia a dia.
Quando então, certa vez, comecei a ler um Novo Testamento que me foi oferecido, comecei por encontrar muitas das respostas às questões que eu colocava.
Foi quando percebi a razão daquela imagem que me tocava tanto e que não percebia o porquê.
Entendi porque tinha aquele sentimento de não pertencer a este mundo.
Entendi porque tinha aquele sentimento de não pertencer a este mundo.
Deus mostrava-me naquele livro, parte das coisas que Ele revelou a cada ser humano. Como Ele nos criou, o que nos afastou Dele e como Ele tem um plano e um futuro eterno para nós.
Foi ali, aos pés daquela Cruz que tanto me comovia, que me entreguei a esse Deus que tanto busquei, procurei e encontrei.
Encontrei-O a Ele e encontrei-me a mim.
O meu desejo por eternidade foi plenamente satisfeito!
E gosto de olhar assim, para o meu passado, pois através dele, eu encaro o meu futuro com esperança, sabendo que já não sou a pessoa que era e que ainda não sou a pessoa que deveria ser, mas que sou uma nova criatura, nascida de novo pelo Espírito de Deus, pois a vida perfeita de Jesus habita em mim.
E ele veio para nos dar Vida ... e Vida em abundância!
E ele veio para nos dar Vida ... e Vida em abundância!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Olhar
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Asteróides, meteoritos e a vida
![]() |
| Imagens retiradas hoje da net sobre o meteorito que caiu na Rússia |
Vivemos os nossos dias tomando-os como certos.
Pensamos que nos dias de hoje, com todo o conhecimento tecnológico que obtemos, podemos prever as tragédias antes de nos caírem sobre a nossa cabeça.
Vivem-se dias vazios, em que as preocupações que nos ocupam a mente e a alma, são tão insignificantes, diante daquilo que verdadeiramente é importante.
Ninguém avisou da entrada dos meteoritos na atmosfera da Terra.
Um asteróide vai passar ao lado da Terra sem causar danos.
E tantas coisas mais sucedem todos os dias, que não podemos prever.
A vida que temos agora neste minuto, pode perder-se no segundo seguinte.
Recebemos lembretes todos os dias do quanto a vida é frágil.
Digo isto, não para viver uma vida aterrorizada sobre o que nos pode acontecer. Não.
Mas os acontecimentos deste dia apenas me fizeram pensar, mais uma vez, que o tempo é muito curto.
O nosso coração bate agora e de repente puf ... e penso: demos tempo e espaço para o perdão, para a bondade e cuidado para com aqueles que nos são próximos?
Temos sido gratos dias após dia, por tanta benção que recebemos e que muitas vezes, já nem nos apercebemos delas?
Dizemos às pessoas que amamos, o quanto elas são importantes para nós?
E o mais importante de tudo, pensamos na nossa eternidade e voltamos o nosso coração para o Criador?
Eu não sei o que fazes com o teu tempo, mas eu, mesmo sabendo que no próximo minuto posso já não estar aqui na Terra, quero aproveitar a vida para as coisas que verdadeiramente contam.
O que fazemos com o nosso tempo aqui, é da nossa responsabilidade e risco... lembra-te disso!
O Universo está cheio de lembretes!
O que fazes com o teu tempo?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Não posso viver contigo ...
... e não posso viver sem ti!
É assim o dia a dia dos meus dois gatos.
Mas na hora do comer, chega a hora da verdade!
=^.^=
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Pai, de onde é que vêm os bebés?
No meu tempo era a cegonha.
Agora, mesmo com explicações mais imaginativas,
os pequenitos já não vão na conversa.
Mas está engraçado o anúncio.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Canto do pintassilgo
Dei-me conta, esta semana, de algo que me deixa sempre com um sabor a algo transcendente.
Pode parecer estranho, mas é inevitável:
Quando o sol começa a querer dar um pouco mais do seu calor, os pássaros começam também a entrar numa espécie de frenesim.
E quando os escuto assim, a chilrear tão alegres e cheios de vida, o meu desejo é voar com eles também.
Esta semana, para além dos comuns pardais, os pintassilgos deram também o ar de sua graça, e assim que começa a amanhecer, eles começam a cantar de tal maneira, que eu pura e simplesmente paro só para os escutar. E além do pintassilgo, são tantos cantos que se juntam ali onde moro. Dentro em breve, serão as andorinhas, mais as cotovias e os rouxinóis.
Não sei explicar o que sinto e nem porquê. Só sei que me eleva! Faz-me sentir um desejo por transcendência.
Tudo porque escuto o canto das aves!
Tudo porque escuto o canto das aves!
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