Este blogue não adoPtou o novo acordo ortográfico.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A minha avó

 
Tive o privilégio de conhecer todos os meus avós.
E só há um ano e meio que partiu a última avó.
Que foi também aquela que mais me marcou.
As boas recordações que tenho na minha infância, são na maioria, com ela.
Ela foi aquela avó que deixava os netos comerem aquelas coisas que os pais proibiam, como uma chávena de café (era aveia, mas nós ficávamos ultra-felizes).

Contava-nos as histórias mais incríveis e malucas, com uns títulos imaginados por ela, como por exemplo "No dia em que choveu merda" (alentejanices).

Quando ela fazia bolos, deixava-nos provar a massa e amassar também apesar de deixarmos depois tudo bem sujo.

Ela era divertida, e acima de tudo, muito à frente.
Podíamos falar com ela de qualquer tipo de assunto, que ela nunca se chocava ou julgava.

De uma compreensão e paciência para com os netos que só os avós conseguem ter (os que têm, claro).
Tenho tão boas recordações com ela, que é impossível não sorrir quando penso nela.
Um dia, eu gostaria de ser uma avó assim para os meus netos!


terça-feira, 24 de julho de 2012

Os espinhos também têm rosas


"Nem palavras duras nem olhares severos devem afugentar quem ama; 
as rosas tem espinhos e no entanto, colhem-se." 
Shakespeare

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tempo de ...


Da minha janela
vê-se a Poesia.

Não te digo, não,
se é bonita ou feia,
se é azul ou branca,
nem que formas tem.

Queres conhecê-la?
Deixa o teu bordado,
vem para o meu lado,
que já podes vê-la
com teus próprios olhos.

Da minha janela
vê-se a Poesia...
Outro que te diga
se é bonita ou feia.

Sebastião da Gama




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