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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Alimento saudável


Assisti ao filme Frankenstein com o Robert de Niro este fim de semana.
Em certa altura, a criatura conversava com um homem cego.
O único que não o rejeitou pela sua aparência e cujo coração estava grato porque o tinha salvo de um homem mau.
O cego tocou-lhe com os dedos para o ver com o toque.
Então o "monstro" abriu o coração ao cego e diz-lhe que tinha dentro dele imenso amor para dar.
Mas que também tinha uma raiva tamanha pronta a explodir e a causar muito mal.
Se não alimentasse um, teria que dar vazão ao outro.
Aquele que ele alimentasse, seria o que venceria.

Apesar do filme me ter feito pensar em muita coisa, este desabafo do"monstro" foi certeiro.
Em cada um de nós existe essa luta dentro.
Cada um de nós tem muito amor para dar.
Mas também temos o nosso lado negro.
Quantas vezes ao alimentarmos o nosso ego, a nossa alma com aquilo que nos faz trazer à tona o pior de nós, não se reflecte depois nas nossas palavras, atitudes ou reacções?
O lado que for alimentado ao longo da nossa vida, será esse que prevalecerá, que sairá do nosso coração.
Jesus afirmou que do que houver em abundância no nosso coração, será isso que procederá dos nosso lábios.
Se nos alimentarmos de tudo o que é bom, o fruto será bom.
E o amor prevalecerá ao mal.

4 comentários:

carmen disse...

Eu costumo dizer que , todos os dias temos a opção de seguir ou não a Jesus e isto se reflete em nossos pensamentos, em nossas ações... Acaba, com o passar dos anos, fazendo parte de nós, da nossa estrutura
Bjs

bete pereira da silva disse...

Vilma, de uma certa forma esse tema de hoje veio a complementar o seu tema de ontem, você percebeu?

Então lá vai mais um provérbio, esse deve ser de um índio americano, mas não tenho certeza: dentro de mim moram dois cachorros, um bom e um mal, e eles estão sempre brigando. O vencedor é aquele que alimento mais.

Vilma disse...

Bete: Eu conheço essa do índio, assim:

Um indio tinha dois cães que todas as semanas levava à cidade para ganhar com as apostas que recebia sobre qual dos cães ganharia na luta que travavam.
E o cão que o indio apostava, esse ganhava sempre.
Um dia alguém perguntou-lhe como é que ele sabia que o cão que ele apostava era o que iria ganhar.
Aí o sábio indio respondeu:
- Porque esse é o cão que eu alimento durante a semana!

Um beijo e obrigada pelas tuas partilhas!
DTA Bete.

Marlene Maravilha disse...

Quanta coisa linda neste blog Vilma!
Temos mesmo muito para aprender sempre!! O sábio vem e come o que se apresenta!
beijos

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